Avaliação do Pentafecta em prostatectomia radical assistida por robô durante a experiência inicial em um hospital universitário

Objetivo: A prostatectomia radical assistida por robótica (PRAR) é uma opção para o tratamento do câncer de próstata localizado. O objetivo do presente estudo foi avaliar os desfechos do Pentafecta (recorrência bioquímica, continência, potência, complicações cirúrgicas e margens cirúrgicas) em pacie...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Cachoeira, Eduardo Tosetto
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/199057
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/199057
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Prostatectomia
Procedimentos cirúrgicos robóticos
Neoplasias da próstata
Laparoscopia
Antígeno prostático específico
Robot assisted radical prostatectomy
Learning curve
Pentafecta
Prostate cancer
Descripción
Sumario:Objetivo: A prostatectomia radical assistida por robótica (PRAR) é uma opção para o tratamento do câncer de próstata localizado. O objetivo do presente estudo foi avaliar os desfechos do Pentafecta (recorrência bioquímica, continência, potência, complicações cirúrgicas e margens cirúrgicas) em pacientes submetidos PRAR durante a experiência inicial em um hospital universitário. Materiais e Métodos: Foi realizada uma avaliação retrospectiva dos prontuários médicos a partir de uma coorte com registro prospectivo dos desfechos dos pacientes submetidos a PRAR por adenocarcinoma de próstata localizado entre agosto de 2013 e maio de 2018. Setenta e um pacientes sem disfunção erétil pré-operatória foram incluídos para análise do Pentafecta. Resultados: Foram realizadas 120 PRAR, idade média 64,05 ± 6,46 anos, PSA total 6,37 (IIQ = 4,98 – 9,16) ng/dl, IMC 28,85 ± 3,48 kg/m2, classificação D`Amico 32 (27,4%) baixo risco, 52 (44,4%) risco intermediário e 33 (28,2%) alto risco. Setenta e um pacientes entraram na análise do pentafecta com uma taxa de 38% atingindo esse desfecho. Com relação as complicações: onze pacientes (15,5%) Clavien-Dindo 1, 4 pacientes (5,6%) Clavien-Dindo 2 e 3 pacientes Clavien-Dindo 3b (4,2%). As margens cirúrgicas negativas em 77,5% dos pacientes. A taxa livre de recorrência bioquímica foi de 88,2%. A taxa global de continência foi de 88,6% e a de potência foi de 66,7%. Conclusão: É possível alcançar bons resultados globais usando o pentafecta como desfecho ideal da PRAR durante curva de aprendizagem.