Políticas educativas e auto-avaliação da escola pública portuguesa: apontamentos de uma experiência
A centralidade que a avaliação tem vindo a assumir nas últimas décadas, em múltiplos contextos nacionais, não dá sinais de declínio e, pelo contrário, parece expandir-se para domínios muito diferentes, para além do campo da educação. A avaliação institucional das escolas ou, simplesmente, a avaliaçã...
| Autor: | |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2010 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Fundação Carlos Chagas (FCC) |
| Repositorio: | Estudos em Avaliação Educacional |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.publicacoes.fcc.org.br:article/2016 |
| Acesso em linha: | https://publicacoes.fcc.org.br/eae/article/view/2016 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Políticas Educacionais Avaliação Institucional Auto-Avaliação Portugal Escolas |
| Resumo: | A centralidade que a avaliação tem vindo a assumir nas últimas décadas, em múltiplos contextos nacionais, não dá sinais de declínio e, pelo contrário, parece expandir-se para domínios muito diferentes, para além do campo da educação. A avaliação institucional das escolas ou, simplesmente, a avaliação das escolas, inscrevendo-se num ímpeto avaliador que tem sido impulsionado, entre outros, por factores político-ideológicos, educacionais, económicos e culturais, pode ser referenciada, consoante os casos, a modelos e experiências diversos que estão, eles próprios, em etapas de implementação e consolidação muito distintas. No caso português, a avaliação das escolas começou por ter alguma visibilidade ao longo da década de noventa, nomeadamente com o Observatório da Qualidade da Escola, tendo evoluído discretamente até conseguir algum impacto na década seguinte com o programa de Avaliação Integrada das Escolas. Actualmente, está em curso a concretização de um outro modelo, designado de Avaliação Externa das Escolas, em que todos os estabelecimentos de ensino estatais foram, ou serão ainda, incluídos neste mesmo ciclo avaliativo (2006-2011). Partindo desta experiência, o artigo faz um enquadramento sucinto e uma reflexão crítica sobre a componente de auto-avaliação do modelo actual de avaliação institucional das escolas portuguesas. |
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