Uncertainty assessment in hydrodynamic modeling of floods generated by dam break

O presente trabalho teve como objetivo realizar uma avaliação de fontes de incerteza em simulações de onda de cheia de rompimentos de barragens para áreas de características contrastantes: uma em vale encaixado e altas declividades e outro com vale aberto e baixas declividades. Uma análise da sensib...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Tschiedel, Arthur da Fontoura, Paiva, Rodrigo Cauduro Dias de
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/182705
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/182705
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Modelos hidrodinâmicos
Ruptura de barragens
Segurança de barragens
Onda de cheia
Modelo HEC-RAS
Dados hidrológicos
Geoprocessamento
Lomba do Sabão, Represa (Porto Alegre e Viamão, RS)
Canela (RS)
Geoprocessing
Hec-Ras 5.03
2D hydrodynamic modeling
Dam break
Safety coefficients
Descripción
Sumario:O presente trabalho teve como objetivo realizar uma avaliação de fontes de incerteza em simulações de onda de cheia de rompimentos de barragens para áreas de características contrastantes: uma em vale encaixado e altas declividades e outro com vale aberto e baixas declividades. Uma análise da sensibilidade do modelo hidrodinâmico Hec-Ras 5.03 foi realizada, perturbando-se os dados de entrada do modelo (coeficiente de Manning, configurações da brecha, volume do reservatório, topografia do vale de jusante e tipo de equacionamento considerado). Após observou-se como essa variação alterava a vazão de pico, tempo de pico, profundidade máxima e a velocidade máxima para diferentes seções localizadas ao longo dos cursos hídricos. Concluiu-se que as incertezas existentes na determinação dos dados de entrada impactam de forma variada na onda de cheia gerada, considerando tanto a variável hidráulica de interesse como o distanciamento da seção em relação ao barramento e a característica geomorfológica média do vale de jusante. A topografia nem sempre é o dado de entrada de maior importância, o que permite, até certo ponto, a utilização de topografias de baixa resolução para estimar tempo de pico em algumas seções, dependendo do vale. Por fim, sugerem-se coeficientes de segurança para estudos de rompimento de barragens, que visam representar as incertezas dos dados de entrada nos resultados gerados.