Hesitação vacinal em uma amostra populacional do município de Salvador – Bahia
Introdução: a hesitação vacinal é o atraso na aceitação ou recusa da vacinação, apesar da disponibilidade da vacina, e está entre as possíveis causas da redução da cobertura vacinal no mundo. Conhecer esse fenômeno e seus determinantes em cada região é fundamental para reestabelecer a confiança nos...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (EBM) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.bahiana.edu.br:bahiana/7700 |
| Acesso em linha: | https://repositorio.bahiana.edu.br:8443/jspui/handle/bahiana/7700 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Vacinação Hesitação vacinal Crianças |
| Resumo: | Introdução: a hesitação vacinal é o atraso na aceitação ou recusa da vacinação, apesar da disponibilidade da vacina, e está entre as possíveis causas da redução da cobertura vacinal no mundo. Conhecer esse fenômeno e seus determinantes em cada região é fundamental para reestabelecer a confiança nos imunizantes. O objetivo deste estudo é avaliar a sua prevalência em uma amostra populacional na cidade de Salvador, Bahia. Metodologia: responsáveis por crianças menores de 59 meses foram convidados a responder a um questionário sobre hesitação vacinal em dois serviços de saúde com atendimento ambulatorial pediátrico público e privado. Resultados: a amostra final foi composta por 196 responsáveis. Cinco participantes (2,6%) obtiveram pontuação acima de 50 no Parent Attitudes About Childhood Vaccines survey (PACV), sendo considerados hesitantes. O domínio do PACV que obteve a maior taxa de respostas hesitantes era relacionado a segurança e eficácia da vacina. O meio de informação com maior influência na decisão sobre a vacinação foi o profissional da área de saúde (54,6%). Conclusão: a prevalência foi de 2,6%. A população hesitante apresentou boa escolaridade e a renda de 60% dos participantes era de até dois salários-mínimos regionais. O meio de informação mais influente para a tomada de decisão sobre a vacina foi o profissional da área de saúde (54,6%), mostrando a possível participação desses profissionais no combate a esse fenômeno. |
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