Uso do isofluorano em veados-catingueiro (Mazama gouazoubira) pré- tratados com diferentes protocolos de contenção química
Tendo em vista que a contenção química em cervídeos se faz necessária para realização de procedimentos em cativeiro e preservação de populações ou indivíduos em vida livre. Objetivou-se comparar três protocolos de contenção química em veados-catingueiro (Mazama gouazoubira) submetidos à anestesia in...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2007 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/89059 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/11449/89059 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Cervídeo Anestesia inalatória Contenção química Veado-catingueiro |
| Sumario: | Tendo em vista que a contenção química em cervídeos se faz necessária para realização de procedimentos em cativeiro e preservação de populações ou indivíduos em vida livre. Objetivou-se comparar três protocolos de contenção química em veados-catingueiro (Mazama gouazoubira) submetidos à anestesia inalatória com isofluorano por um período de uma hora. Para isso, quatro fêmeas e dois machos foram anestesiados aleatoriamente com: Protocolo 1 (P1) - indução da anestesia com isofluorano através de máscara facial e manutenção da anestesia através de sonda endotraqueal com o mesmo fármaco, Protocolo 2 (P2) - medicação pré-anestésica com midazolam por via oral, após uma hora,indução e manutep.9ão anestésicacomo descrito em P1 e Protocolo 3 (P3) - anestesia com a associação cetamina/xilazina/âtropina por via intravenosa e manutenção anestésica como descrito em P1. Foram monitoradas as seguintes variáveis: freqüência cardíaca e respiratória, temperatura retal, pressões arteriais, parâmetros bioquímicos e hematológicos, parâmetros hemogasométricos e hidroeletrolíticos do sangue venoso e arterial, cortisol sérico e concentração expirada de dióxido de carbono e isofluorano. Com exceção da freqüência respiratória que foi menor no P2 em relação ao P3 e da concentração expirada de isofluorano (P1 >P2>P3), não houve diferenças significativas para nenhuma das variáveis citadas entre P1, P2 e P3. Embora não tenham sido observadas diferenças significativas, o P2 reduziu a concentração sérica de cortisol em relação ao P1 e P3 e o P3 causou menor depressão respiratória e hipotensão em relação aos demais protocolos (P1 e P2). Portanto, a contenção química com o P2 foi vantajosa para modulação da resposta ao estresse e o P3, embora similar aos demais protocolos, promoveu menor depressão do sistema cardiorrespiratório |
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