“UNA COSA ES LA LEY, Y OTRA LA PRÁCTICA MÉDICA”. Las adolescencias trans en el sistema de salud en Argentina: entre las narrativas de derechos y el adultocentrismo.
Na Argentina, a legislação garante que crianças e adolescentes trans possam mudar seu nome e sexo em sua documentação de acordo com sua identidade autopercebida. Antes dos 16 anos de idade, eles devem apresentar seu consentimento por meio de seus representantes legais e ter a assistência de um advog...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) |
| Repositorio: | Sexualidad. Salud y Sociedad (Rio de Janeiro) |
| Idioma: | español |
| OAI Identifier: | oai:ojs.www.e-publicacoes.uerj.br:article/75624 |
| Acceso en línea: | https://www.e-publicacoes.uerj.br/SexualidadSaludySociedad/article/view/75624 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | adolescencias identidades trans salud integral adolescence trans identities integral health adolescência saúde integral |
| Sumario: | Na Argentina, a legislação garante que crianças e adolescentes trans possam mudar seu nome e sexo em sua documentação de acordo com sua identidade autopercebida. Antes dos 16 anos de idade, eles devem apresentar seu consentimento por meio de seus representantes legais e ter a assistência de um advogado infantil. Diferentes espaços governamentais criaram protocolos integrais de atendimento à saúde despatologizantes que garantem o acesso a processos de modificação corporal com autonomia. Entretanto, na configuração das intervenções médicas, as narrativas de direitos são tecidas com a persistência do cissexismo e do adultocentrismo. A autoridade epistêmica da ciência, ou especialidade, muitas vezes tem precedência sobre as decisões dos adolescentes. Abordo esse problema por meio da análise de protocolos oficiais e entrevistas com profissionais de saúde em uma cidade intermediária de Buenos Aires. |
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