Compartimento Taquacetuba: contribuição dos tributários e do reservatório Billings (SP) na qualidade da água e do sedimento
Objetivo. A pesquisa objetivou avaliar a qualidade da água do Compartimento Taquacetuba, Reservatório Billings (SP, Brasil), por meio da análise abiótica da água, abiótica do sedimento, incluindo metais potencialmente tóxicos e biótica da comunidade de macroinvertebrados bentônicos como bioindicador...
| Autor: | |
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| Tipo de documento: | tese |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositório: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/234960 |
| Acesso em linha: | http://hdl.handle.net/11449/234960 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Limnologia Eutrofização Reservatórios Metais pesados Macroinvertebrados bentônicos Limnology DLC Eutrophication Reservoirs Benthic macroinvertebrates |
| Resumo: | Objetivo. A pesquisa objetivou avaliar a qualidade da água do Compartimento Taquacetuba, Reservatório Billings (SP, Brasil), por meio da análise abiótica da água, abiótica do sedimento, incluindo metais potencialmente tóxicos e biótica da comunidade de macroinvertebrados bentônicos como bioindicadores. O compartimento tem múltiplos usos como abastecimento público de água e pesca profissional. Métodos: Amostragem na entrada do compartimento (P1), no ponto de captação de água para transposição para abastecimento público de água (P2) e na foz dos principais tributários formadores do compartimento (P3 a P6). Coletas concentraram-se nos períodos chuvoso e seco 2017. Resultados. O Compartimento Taquacetuba apresentou em todos os pontos certo grau semelhante de comprometimento ambiental, com níveis na água de condutividade elétrica, clorofila α e fósforo total acima dos limites da legislação, em super ou hipereutrofia. Em relação aos metais potencialmente tóxicos do sedimento, nenhuma evidência que pudesse indicar provável efeito tóxico à biota foi encontrada. Em relação ao zoobentos, apenas foi observada presença de táxons semi-tolerante e tolerante a poluição orgânica. O P1 foi o ponto com maior estresse ambiental, com piora da qualidade da água no período chuvoso, diferentemente dos demais pontos que mostraram melhora da qualidade com chuvas. O P2 mostrou tendência a maiores concentrações de clorofila, na estiagem, correspondentes à hipereutrofia. O P3, drenagem córregos Colônia e Vermelho, na seca, mostrou tendência a maiores níveis na água de nitrogênio amoniacal, nitrato e nitrogênio total. O P4, foz Córrego Taquacetuba, mostrou na água menores valores de oxigênio dissolvido na estiagem, com amostras em desacordo com a legislação, além de altas concentrações de todos os parâmetros abióticos do sedimento em ambos os períodos, porém, somente durante o período chuvoso com tendência a maiores concentrações desses parâmetros. O P5, foz rio Monos - Barragem Guarani, e o P6, foz rio Curucutu, mostraram melhores condições com tendência a maiores níveis na água de oxigênio e menor turbidez nas chuvas além de melhores condições do sedimento embora com tendência a maiores concentrações dos parâmetros durante o período chuvoso. |
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