breaking boundaries: children activist as epistemic agents within contours of epistemic marginalisation
Este artigo se aprofunda no campo do ativismo ambiental infantil, retratando-o como uma resposta conjunta que visa desafiar o status quo social e político predominante, o qual sistematicamente subestima o papel das crianças na tomada de decisões nas esferas políticas e sociais. Logo, destaca-se a im...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) |
| Repositorio: | Childhood & Philosophy (Rio de Janeiro. Online) |
| Idioma: | inglés |
| OAI Identifier: | oai:ojs.www.e-publicacoes.uerj.br:article/80549 |
| Acceso en línea: | https://www.e-publicacoes.uerj.br/childhood/article/view/80549 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | environmental activism children epistemic agency epistemic marginalisation epistemic capability ativismo ambiental crianças agência epistêmica marginalização epistêmica capacidade epistêmica |
| Sumario: | Este artigo se aprofunda no campo do ativismo ambiental infantil, retratando-o como uma resposta conjunta que visa desafiar o status quo social e político predominante, o qual sistematicamente subestima o papel das crianças na tomada de decisões nas esferas políticas e sociais. Logo, destaca-se a importância primordial do marco epistemológico que engloba as experiências das crianças, enfatizando como excluí-las do discurso político e social conduz à marginalização epistêmica. Essa exclusão não só as impede que assumam o papel de agentes epistêmicos, como também as priva de agência e perpetua as desigualdades existentes. De um ponto de vista filosófico, o artigo propõe uma análise minuciosa da agência epistêmica das crianças, introduzindo o conceito de “capacidade epistêmica”. Afirma-se que, apesar da marginalização social, crianças que possuem conhecimentos podem se equipar com recursos epistêmicos para interpretar suas realidades e realizar mudanças. Além disso, considera-se que o ativismo ambiental desempenha um papel fundamental como recurso epistêmico para elas, facilitando a expressão de suas ideias, o questionamento das narrativas dominantes e o enfrentamento direto aos problemas ambientais e sociais. Nesse sentido, enfatiza-se o potencial transformador do ativismo como recurso epistêmico, permitindo uma participação substantiva e empoderando as crianças para navegar e transcender tais circunstâncias marginalizadas. Em conclusão, destaca-se como o ativismo ambiental infantil não apenas desafia o status quo, mas também oferece às crianças ferramentas fundamentais para seu desenvolvimento como agentes epistêmicos e sociais, promovendo mudanças significativas nas dinâmicas de poder e na luta pela justiça social e ambiental. |
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