O conceito de forma como belo em H. C. de Lima Vaz

A presente pesquisa tem por objetivo legitimar o conceito de forma como belo em Lima Vaz. Principio de legitimidade filosófica que escapa a forma do belo, e é justamente por isso, por se encontrar nas dimensões da eternidade é que podemos falar da forma do belo em Lima Vaz. Forma é ser. Ou melhor, s...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Xavier, Marivelto Leite
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2008
País:Brasil
Institución:Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS)
Repositorio:Repositório Institucional da UNISINOS (RBDU Repositório Digital da Biblioteca da Unisinos)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.repositorio.jesuita.org.br:UNISINOS/2047
Acceso en línea:http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/2047
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Ciências Humanas
forma
ontologia
pessoa
prudêntia
existir
ontology
person
prudentia
shape
to be
Descripción
Sumario:A presente pesquisa tem por objetivo legitimar o conceito de forma como belo em Lima Vaz. Principio de legitimidade filosófica que escapa a forma do belo, e é justamente por isso, por se encontrar nas dimensões da eternidade é que podemos falar da forma do belo em Lima Vaz. Forma é ser. Ou melhor, sendo formas o ser está enquanto “ens”. Assim, sendo-no-mundo a forma é aquilo que recebe tal condição do ser (Esse). Há, portanto, uma humildade ontológica da forma em receber e uma generosidade do ser em dar. Dizemos que a Forma não é ser, mas antes, “habens esse”, i. é, portadora do existir. Enquanto são portadoras do existir ou Esse, as formas são substâncias separadas. Constituídas por matéria que as individualiza e forma, i. é, o que assegura a substância ser o que ela é. Doravante, a substância - “algo que é” – é numa infinitude sensível, não o sensível meramente dos sentidos, mas anterior a este numa “unidade ontológica concreta” com o Esse. Sensível é perceber essa unidade concreta do ser. Dizer o “homem ex