“Yo solo soy”: The processes of corporal transitions of trans students in the Bachillerato Popular Trans Mocha Celis

Este artigo surgiu como parte de uma pesquisa que investiga o surgimento de uma escola para a população trans – travestis, transexuais e transgêneros - na cidade de Buenos Aires, Argentina: o Bachillerato Popular Trans Mocha Celis. Os pressupostos deste texto revelam-se a partir de depoimentos de di...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Molina, Luana Pagano Peres
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2020
País:Brasil
Recursos:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Repositório:Sexualidad. Salud y Sociedad (Rio de Janeiro)
Idioma:português
OAI Identifier:oai:ojs.www.e-publicacoes.uerj.br:article/43510
Acesso em linha:https://www.e-publicacoes.uerj.br/SexualidadSaludySociedad/article/view/43510
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Transgenerality
Bachillerato Popular
Masculinity
Body
Transgeneridad
Masculinidad
Cuerpo
Transgeneridade
Masculinidade
Corpo
Descrição
Resumo:Este artigo surgiu como parte de uma pesquisa que investiga o surgimento de uma escola para a população trans – travestis, transexuais e transgêneros - na cidade de Buenos Aires, Argentina: o Bachillerato Popular Trans Mocha Celis. Os pressupostos deste texto revelam-se a partir de depoimentos de discentes que vivenciaram seus processos de transições identitárias e corporais, como travestis e transexuais, e nos apontam os olhares sobre seus corpos, suas masculinidades/feminilidades e a respeito do acolhimento, ou não, de seus familiares e amigos/as. Utilizando a metodologia etnográfica, de convivência diária e entrevistas semiestruturadas, esta pesquisa qualitativa com cinco discentes apresenta suas histórias, que nos permitem compreender como é viver em um mundo sexualmente binário (feminino- -masculino), machista, heterossexual e compulsoriamente cisgênero. Ademais, esta pesquisa visa contribuir para reflexões sobre a vigilância dos corpos que acompanham as vivências das pessoas trans, demonstrada na rejeição social da feminilidade expressa por um corpo ainda visto como biologicamente masculino.