Prevalência do comprometimento dos músculos masseter e esternocleidomastóideo e relação com a presença de vertigem em pacientes com disfunção craniocervicomandibular entre 2017 e 2021

A associação Americana de Dor Orofacial define como disfunção temporomandibular (DTM) o conjunto de distúrbios que envolve a articulação temporomandibular (ATM), os músculos mastigatórios e as estruturas associadas. Quando essas alterações no sistema estomatognático estão associadas a comprometiment...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Carvalho, Inayara Yuçana Castelo Branco de, Silva, Annelise Lopes Cunha e, Cabral, Lioney Nobre
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI)
Repositorio:Research, Society and Development
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/43061
Acesso em linha:https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/43061
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Masseter muscle
Temporomandibular joint dysfunction syndrome
Vertigo.
Músculo masetero
Síndrome de la disfunción de articulación temporomandibular
Vértigo.
Músculo masseter
Disfunção temporomandibular
Vertigem.
Descrição
Resumo:A associação Americana de Dor Orofacial define como disfunção temporomandibular (DTM) o conjunto de distúrbios que envolve a articulação temporomandibular (ATM), os músculos mastigatórios e as estruturas associadas. Quando essas alterações no sistema estomatognático estão associadas a comprometimento da musculatura cervical de contiguidade, denomina-se disfunção craniocervicomandibular (DCCM). Dentre os músculos envolvidos, os músculos esternocleidomastóideo e o masseter são pontos-gatilhos prevalentes. Além disso, uma sintomatologia rotineiramente relatada e presente na literatura é a vertigem associada à DCCM. O presente trabalho tem por objetivo fazer um levantamento acerca da prevalência do acometimento dos músculos esternocleidomastóideo e masseter bem como a sua relação com a vertigem em pacientes que sofrem com disfunções temporomandibulares entre os anos de 2017 a 2021 a partir dos prontuários da Clínica de Estomatologia da Policlínica Odontológica da UEA. As informações coletadas a partir de uma unidade de saúde referência do estado são de relevância para a literatura científica, cooperando para visibilidade da importância do desenvolvimento desse tipo de pesquisa e ajudando assim na estimulação de investimentos que melhorem o diagnóstico e tratamento dessas desordens craniocervicomandibulares.