Glia: dos velhos conceitos às novas funções de hoje e as que ainda virão

Descritas há mais de 150 anos, as células gliais, constituintes do tecido nervoso juntamente com os neurônios, foram consideradas até pouco tempo células de suporte do cérebro, passivas e à margem do seu funcionamento. Especialmente na última década, as neurociências foram palco de uma mudança de pa...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Gomes, Flávia Carvalho Alcantara, Tortelli, Vanessa Pereira, Diniz, Luan
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2013
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Estudos Avançados
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/53953
Acceso en línea:https://revistas.usp.br/eav/article/view/53953
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Células gliais
Astrócitos
Interação neurônio-glia
Doenças neurodegenerativas
Sinapses
Glial cells
Astrocytes
Neuron-glia interaction
Neurodegenerative diseases
Synapses
Descripción
Sumario:Descritas há mais de 150 anos, as células gliais, constituintes do tecido nervoso juntamente com os neurônios, foram consideradas até pouco tempo células de suporte do cérebro, passivas e à margem do seu funcionamento. Especialmente na última década, as neurociências foram palco de uma mudança de paradigma relacionada à função e ao papel dessas células na fisiologia e patologia neurais. Neste artigo, discutimos como os avanços acerca do conhecimento sobre os astrócitos, o mais abundante tipo glial, contribuíram para o entendimento do funcionamento cerebral. Apresentamos evidências da relação entre disfunções gliais e doenças neurodegenerativas e desordens neurológicas, discutindo o potencial papel dessas células na elaboração de abordagens terapêuticas para o sistema nervoso adulto.