Comportamento dinâmico da região MLT tropical durante o Ciclo Solar 23
Dados de ventos obtidos entre 1999 e 2016 a partir de medidas por radar meteórico em Cachoeira Paulista (22,7°S, 45,0°O), Brasil, foram utilizados para investigar o comportamento da dinâmica da região da alta mesosfera e baixa termosfera, a variabilidade interanual dos ventos, das amplitudes da maré...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UEPB |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:tede.bc.uepb.edu.br:tede/3117 |
| Acceso en línea: | http://tede.bc.uepb.edu.br/jspui/handle/tede/3117 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Dinâmica da Atmosfera Ciclo Solar Radar Meteórico Ondas Atmosféricas Atmospheric dynamics Solar Cycle Atmospheric Waves Meteor Radar ENGENHARIAS::ENGENHARIA SANITARIA |
| Sumario: | Dados de ventos obtidos entre 1999 e 2016 a partir de medidas por radar meteórico em Cachoeira Paulista (22,7°S, 45,0°O), Brasil, foram utilizados para investigar o comportamento da dinâmica da região da alta mesosfera e baixa termosfera, a variabilidade interanual dos ventos, das amplitudes da maré diurna e da onda de 2 dias e as possíveis causas. Os resultados mostram que o vento zonal é caracterizado por uma variação semianual abaixo de 90 km e anual acima, enquanto o vento meridional exibe um ciclo anual em todas as alturas. Os ventos mensais não mostraram variação quase bienal (QBO), contudo os ventos sazonais na direção zonal observados durante o verão e o outono mostram variações tipo QBO nas alturas abaixo de 90 km. Os resultados sugerem ainda que os ventos zonal e meridional são intensificados durante os anos de máxima atividade solar, principalmente nas estações de verão e inverno. As amplitudes mensais da maré diurna exibem variação interanual, em que as amplitudes são maiores durante a fase para leste da QBO em 30 hPa. O espectro obtido a partir das amplitudes dessazonalizadas mostra um pico próximo de 26 meses na componente meridional, o qual pode estar associado à fase da QBO estratosférica. A modulação da amplitude da maré diurna pela QBO mostra uma variação quase decenal, e é mais forte durante o máximo do ciclo solar. As amplitudes da onda de 2 dias exibem variabilidade interanual para ambas as componentes, contudo, apenas no inverno mostra ser afetada pela fase da QBO. Boa concordância entre a variação da amplitude meridional da onda de 2 dias e o fluxo de rádio solar foi observada para a maioria dos verões com correlação significativa, sugerindo uma possível modulação da onda pelo ciclo solar de 11 anos. |
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