Avaliação da infectividade parasitária a Lutzomyia longipalpis por xenodiagnóstico em cães tratados para leishmaniose visceral naturalmente adquirida

O efeito de um protocolo quimioterápico multidrogas contra a leishmaniose visceral (LV) canina, sobre a capacidade de transmissão de Leishmania infantum ao vetor, foi analisado por meio de xenodiagnóstico. Trinta e cinco cães naturalmente infectados foram avaliados antes e durante o tratamento com a...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Nery, Gabriela, Becerra, Dinah R. D., Borja, Lairton Souza, Magalhães Junior, Jairo Torres, Souza, Bárbara Maria Paraná da Silva, Franke, Carlos Roberto, Veras, Patrícia Sampaio Tavares, Larangeira, Daniela Farias, Melo, Stella Maria Barrouin
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Institución:Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)
Repositorio:Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA)
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:arca.fiocruz.br:icict/25510
Acceso en línea:https://arca.fiocruz.br/handle/icict/25510
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Transmissão parasitária
Lutzomyia longipalpis
Xenodiagnóstico
Caninos
Leishmaniose visceral
Leishmania infantum
Quimioterapia multidrogas
PCR quantitativa
Parasite infectivity
Xenodiagnoses
Dogs
Visceral leishmaniasis
Multidrug chemotherapy
Quantitative PCR
Descripción
Sumario:O efeito de um protocolo quimioterápico multidrogas contra a leishmaniose visceral (LV) canina, sobre a capacidade de transmissão de Leishmania infantum ao vetor, foi analisado por meio de xenodiagnóstico. Trinta e cinco cães naturalmente infectados foram avaliados antes e durante o tratamento com a combinação de metronidazol, cetoconazol e alopurinol a cada três meses por até um ano. Em cada avaliação, os cães foram individualmente submetidos ao xenodiagnóstico e quantificação da carga parasitária por PCR quantitativa. O tratamento foi eficaz em bloquear a transmissibilidade parasitária do cão para o flebotomíneo (p= 0,011) nos cães avaliados. Houve significante correlação entre recuperação clínica e infectividade: cães com melhora clínica mais evidente apresentaram menores chances de transferir L. infantum ao Lutzomyia longipalpis via xeno-diagnóstico (r=0,528, p= 0,002). Esses resultados demonstram que o tratamento canino com o protocolo proposto pode representar uma alternativa ao sacrifício de cães no Brasil como medida de controle da doença, uma vez que as drogas utilizadas não são aplicadas ao tratamento da LV humana em áreas endêmicas.