UMA ROSA NO VENTRE”: A MENSTRUAÇÃO NA POESIA DE MARIA TERESA HORTA
A cultura judaico-cristã tem fundamentado práticas culturais de controle do corpo da mulher e considera a menstruação uma imundícia. Essa cultura se reflete na literatura, posto que a menstruação tem sido vista como tema-tabu. Em 1975, a poetisa portuguesa Maria Teresa Horta (1937) publicou Rosa San...
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| Tipo de documento: | artigo |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Uniabeu Centro Universitário (UNIABEU) |
| Repositório: | E-scrita |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.abeu.local:article/3179 |
| Acesso em linha: | https://revista.uniabeu.edu.br/index.php/RE/article/view/3179 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Literatura Portuguesa; escrita femininina Maria Teresa Horta, Rosa Sangrenta, corpo, menstruação Menstruação |
| Resumo: | A cultura judaico-cristã tem fundamentado práticas culturais de controle do corpo da mulher e considera a menstruação uma imundícia. Essa cultura se reflete na literatura, posto que a menstruação tem sido vista como tema-tabu. Em 1975, a poetisa portuguesa Maria Teresa Horta (1937) publicou Rosa Sangrenta, livro que tem como foco a menstruação. Este artigo analisa a obra à luz da crítica feminista, tendo como suporte teórico os conceitos de corpo (BORDO, 1993; GROSZ, 2000) e de escrita feminina (CIXOUS, 2010; BERG, 1989). |
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