Excesso de peso em adultos de uma área urbana de pobreza do Nordeste brasileiro
As mudanças produzidas no processo saúde/doença, sobretudo no campo da nutrição, corroboram para a superposição das carências nutricionais pela emergência pandêmica do excesso de peso (sobrepeso/obesidade). O objetivo do trabalho foi analisar a prevalência e fatores associados ao excesso de peso em...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:arca.fiocruz.br:icict/18277 |
| Acesso em linha: | https://arca.fiocruz.br/handle/icict/18277 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Sobrepeso Epidemiologia Obesidade Prevalência Estado Nutricional Fatores de risco Estudos transversais Fatores de Risco Estudos Transversais Fatores Socioeconômicos Área urbana Áreas de Pobreza Brasil Demografia Estilo de Vida Inquéritos de Morbidade Inquéritos Demográficos |
| Resumo: | As mudanças produzidas no processo saúde/doença, sobretudo no campo da nutrição, corroboram para a superposição das carências nutricionais pela emergência pandêmica do excesso de peso (sobrepeso/obesidade). O objetivo do trabalho foi analisar a prevalência e fatores associados ao excesso de peso em adultos residentes em uma área urbana de pobreza (favela) do Recife, Nordeste do Brasil. Trata-se de um estudo transversal, com uma amostra representativa de 644 adultos de 20 a 59 anos, a partir da pesquisa Saúde, nutrição e serviços assistenciais numa população favelada do Recife: um estudo baseline. Analisaram-se possíveis associações do excesso de peso com fatores demográficos, socioeconômicos, comportamentais e morbidades através de Regressão de Poisson, considerando-se como estatisticamente significantes aquelas com valor de p<0,05. Os resultados foram expressos por razão de prevalência e intervalo de confiança de 95 por cento. A prevalência do excesso de peso foi 70,3 por cento, sendo maior nas mulheres (72,4 por cento versus 66,4 por cento), com menor prevalência na faixa de 20-29 anos, aumentando na faixa de 30-39 anos e se mantendo nas demais. No modelo final ajustado, as variáveis associadas significativamente ao excesso de peso foram: sexo, faixa etária, classe econômica, consumo de feijão e de carnes com excesso de gordura e hipertensão arterial sistêmica. A alta prevalência de excesso de peso observada é muito acima de resultados representativos em outras áreas urbanas do país e sua associação com a hipertensão arterial só reforça a urgência de priorizar como problema de saúde, principalmente em áreas pobres do país (AU) |
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