A HISTÓRICA VIOLAÇÃO DO DIREITO À CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA ÀS INFÂNCIAS E ADOLESCÊNCIAS BRASILEIRAS

O processo sócio-histórico brasileiro revela que as práticas segregadoras e eugenistas, através da retirada de crianças e adolescentes em situação de “vulnerabilidade e risco” tentando encaixá-los em comportamentos e padrões ideiais, revelou-se na contramão dos direitos fundamentais. O presente arti...

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Detalles Bibliográficos
Autor: ALORALDO, Vanelise de Paula
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
Repositorio:Repositório Institucional da UFSC
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufsc.br:123456789/242330
Acceso en línea:https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/242330
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Convivência familiar e comunitária
Infâncias e adolescências
Políticas públicas
Descripción
Sumario:O processo sócio-histórico brasileiro revela que as práticas segregadoras e eugenistas, através da retirada de crianças e adolescentes em situação de “vulnerabilidade e risco” tentando encaixá-los em comportamentos e padrões ideiais, revelou-se na contramão dos direitos fundamentais. O presente artigo utilizou-se do método dialético-crítico, bem como de pesquisa qualitativa e bibliográfica. Trata-se de parte extraída da tese de doutorado da autora com financiamento da CAPES. Os resultados apontam para as contínuas fragilizações nas relações familiares e comunitárias, muitas vezes endossadas pelo próprio Estado e seus agentes executores de políticas públicas. Compreende-se que o direito à convivência, embora alcançou conquistas legais importantes, mantém o desafio de se materializar diante de cenários de desproteção que enfraquecem vínculos, cabendo à sociedade e aos movimentos organizados em defesa da proteção das infâncias e adolescências, denunciarem as formas equivocadas e tradicionais de atendimento e fortalecerem ações e instâncias realmente protetivas e viabilizadoras de direitos.