Análise das microbiotas cultiváveis de síios perimplantares com e sem perda óssea
O objetivo deste estudo foi analisar a microbiota associada a implantes onde a perda óssea é maior que 5,0 mm e nos casos em que ela não existe ou nos quais é menor do que 5,0 mm, usando meios de cultivo seletivos e nãoseletivos. Foram selecionados onze pacientes portadores de quinze implantes odon...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2003 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Santo Amaro (UNISA) |
| Repositorio: | Repositório Digital Unisa da Universidade Santo Amaro |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:dspace.unisa.br:123456789/572 |
| Acceso en línea: | http://dspace.unisa.br/handle/123456789/572 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Microbiologia Implante dentario osseointegrado Perda ossea |
| Sumario: | O objetivo deste estudo foi analisar a microbiota associada a implantes onde a perda óssea é maior que 5,0 mm e nos casos em que ela não existe ou nos quais é menor do que 5,0 mm, usando meios de cultivo seletivos e nãoseletivos. Foram selecionados onze pacientes portadores de quinze implantes odontológicos. Quatro apresentavam histórico de doença periodontal e sete não. Dos quinze implantes analisados sete não apresentavam perda óssea superior a 5,0 mm e oito apresentavam. As bactérias detectadas nas amostras dos sete implantes que não apresentavam perda óssea foram Prevotella intermedia (seis amostras), Fusobacterium spp ( quatro amostras), Actinobacillus actinomycetemcomitans (uma amostra), Campylobacte.r spp (uma amostra), Capnocytophaga spp (uma amostra) e Streptococcus p-hemolíticos (quatro amostras). Nas amostras coletadas dos oito implantes que apresentavam perda óssea foram detectados Prevotella intermedia (todos as amostras), Streptococcus p-hemolíticos (seis amostras), Fusobacterium spp (cinco amostras), Peptostreptococcus micros (duas amostras), Eikenella corrodens (uma amostra), Capnocytophaga spp (uma amostra) e Campy/obacter spp (uma amostra). Como a detecção de Streptococcus P-hemolíticos foi relativamente alta, e na literatura eles não são descritos como residentes da niicrobiota bucal e sim de trato respiratório superior, foi realizada uma contra-prova para confirmar ou não esses resultados revelando que vinte e cinco dos vinte e seis sítios perimplantares apresentavam Streptococcus -hemolíticos e apenas um apresentava Streptococcus p-hemolítico, mas da espécie bucal S. milleri. Foi encontrada maior concentração de patógenos nas áreas com perda óssea. Alguns patógenos periodontais encontrados nesses implantes foram os mesmos encontrados nos implantes sem perda óssea sem necessariamente causarem o desenvolvimento da perimplantite, sugerindo que nos implantes onde houve perda a detecção dos patógenos, quando em altas concentrações, pode potencializar a patogenicidade e aumentar assim o risco de doença dos sítios perimplantares. |
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