Crescimento e produção de clones de batata- baroa (Arracacia xanthorrhiza Bancroft), influenciados por pré- enraizamento e tipo de muda
Com o objetivo de avaliar o efeito do pré-enraizamento e dos tipos de mudas sobre o crescimento de planta e a produção de raízes dos clones de batata-baroa, ‘Amarela de Carandaí’ (BGH 5746) e ‘Roxa de Viçosa’ (BGH 6513), provenientes do Banco de Germoplasma de Hortaliças da Universidade Federal de V...
| Author: | |
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| Format: | master thesis |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2000 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Universidade Federal de Viçosa (UFV) |
| Repository: | LOCUS Repositório Institucional da UFV |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:locus.ufv.br:123456789/10146 |
| Online Access: | http://www.locus.ufv.br/handle/123456789/10146 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Batata- baroa Arracacia xanthorrhiza Bancroft Clones Ciências Agrárias |
| Summary: | Com o objetivo de avaliar o efeito do pré-enraizamento e dos tipos de mudas sobre o crescimento de planta e a produção de raízes dos clones de batata-baroa, ‘Amarela de Carandaí’ (BGH 5746) e ‘Roxa de Viçosa’ (BGH 6513), provenientes do Banco de Germoplasma de Hortaliças da Universidade Federal de Viçosa, foram conduzidos três experimentos. Dois experimentos foram conduzidos com o clone ‘Roxa de Viçosa’: o primeiro (época primavera-primavera) instalado em 4 de dezembro de 1998 e concluído em novembro de 1999 e o segundo (época outono-outono) instalado em 9 de abril de 1999 e concluído em fevereiro de 2000. O terceiro experimento foi conduzido na mesma época do segundo, porém com o clone ‘Amarela de Carandaí’. Os experimentos consistiram de dez tratamentos, dispostos em blocos casualizados, em parcelas subdivididas, com cinco repetições. Nas parcelas foram usados dois métodos de plantio (com e sem pré-enraizamento das mudas) e nas subparcelas, cinco tipos de mudas (1- ápice do rebento com ± 2,7 cm de comprimento, com corte em bisel na base; 2- segmento intermediário do rebento, com ± 4,9 cm de comprimento, com cortes em bisel nas extremidades; 3- idem ao tipo 2, com ± 4,7 cm de comprimento, com corte longitudinal na parte côncava, correspondente a um quarto do diâmetro da muda; 4- rebento inteiro, com ± 5,74 cm de comprimento, com cortes em bisel na base e longitudinal na parte côncava; e 5- idem ao tipo 4, com ± 6,3 cm de comprimento, com corte em bisel na base). Foram avaliados: porcentagem de plantas emergidas, número de brotações por planta, número de folhas na brotação principal e altura de planta em pré-transplante (campo e canteiro de pré-enraizamento), além da população de plantas aos 65, 150, 210 e 270 dias após o transplante. Na colheita, foram avaliados: população final, altura e diâmetro de copa da planta, peso total de matéria fresca da planta, número e peso de rebentos por planta, número de folhas por rebento, número, comprimento, diâmetro e peso de massa fresca de classes de raízes tuberosas, comprimento, diâmetro e peso de massa fresca da coroa e rendimento (kg ha-1) de raízes comerciais. As análises de variância e os testes de médias (Tukey 5%) indicaram que nos clones e nas épocas de cultivo o método de plantio de mudas sem pré-enraizamento, independentemente do tipo de muda, proporcionou maior crescimento e produção de raízes por planta e de raízes comerciais que o método com pré-enraizamento. A época de cultivo influenciou o desempenho das plantas no campo, em especial afetando as mudas pré-enraizadas. A melhor época de cultivo nos dois clones foi outono- outono. Não houve efeito de tipo de muda, isoladamente, sobre as características avaliadas. |
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