Determinação de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAS) em guaraná em pó (Paullinia cupana)

Hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs) representam uma importante classe de carcinógenos químicos formados durante a combustão incompleta de material orgânico. Os HPAs ocorrem como contaminantes em diferentes tipos de alimentos, devido principalmente à poluição ambiental e alguns tipos de pr...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Camargo,Mônica Cristiane Rojo, Tfouni,Sílvia Amélia Verdiani, Vitorino,Sílvia Helena Pereira, Menegário,Thaís Feres, Toledo,Maria Cecília de Figueiredo
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2006
País:Brasil
Institución:Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos (SBCTA)
Repositorio:Food Science and Technology (Campinas)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:scielo:S0101-20612006000100036
Acceso en línea:http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-20612006000100036
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:hidrocarbonetos policíclicos aromáticos
HPAs
guaraná em pó
CLAE
Descripción
Sumario:Hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs) representam uma importante classe de carcinógenos químicos formados durante a combustão incompleta de material orgânico. Os HPAs ocorrem como contaminantes em diferentes tipos de alimentos, devido principalmente à poluição ambiental e alguns tipos de processamentos como a defumação, a secagem e a torrefação. Nos últimos anos, o consumo de guaraná vem aumentando, assim como a sua oferta no mercado. Durante o processamento das sementes para a obtenção dos produtos, a matéria-prima passa pelas etapas de secagem, torrefação e, em alguns casos, a defumação, processos estes que podem dar origem aos HPAs. Dessa forma, o presente estudo foi conduzido com o objetivo de avaliar a presença de cinco HPAs carcinogênicos: benzo(a)antraceno, benzo(b)fluoranteno, benzo(k)fluoranteno, benzo(a)pireno e dibenzo(a,h)antraceno em diferentes marcas de guaraná em pó disponíveis comercialmente. A determinação foi feita por Cromatografia Líquida de Alta Eficiência com Detecção por Fluorescência. Os HPAs foram detectados em 81% das amostras analisadas, com níveis variando de 0,05 a 8,04 µg/kg. Os resultados indicam que o tipo de processamento utilizado durante a manufatura do guaraná em pó pode resultar na presença desses contaminantes no produto final.