Insônia : o ator criador e o castelo de cartas

Insônia: O Ator e o Castelo de Cartas caracteriza-se como memorial descritivo da pesquisa empírica que se enquadra no campo de estudo dos processos de criação cênica. A pesquisa investigou possibilidades de criação tendo como ponto de partida o corpo do ator atravessado pelo imaginário do Tarô de Ma...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Mertins, Marcelo
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/194661
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/194661
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Teatro
Ator
Processo de criação : Teatro
Tarô
Insônia
Procesos de creación escénica
Insomnio
Tarot
Actor
Descripción
Sumario:Insônia: O Ator e o Castelo de Cartas caracteriza-se como memorial descritivo da pesquisa empírica que se enquadra no campo de estudo dos processos de criação cênica. A pesquisa investigou possibilidades de criação tendo como ponto de partida o corpo do ator atravessado pelo imaginário do Tarô de Marselha. Explora o uso das imagens do baralho como dispositivos de composição em um espetáculo teatral, buscando a potência arquetípica das figuras em cenas que mesclam fisicalidade e tecnologia, fazendo uso das cartas como veículo para uma reflexão de autoconhecimento para propor uma dramaturgia. Investigou-se princípios criativos inspirados nessas imagens, assim como os temas relacionados a essa articulação, suas origens e desdobramentos. Desenvolveu-se a criação de um espetáculo chamado Insônia, realizado em parceria com outro colega do mesmo programa de mestrado que estabelece a função de diretor. O eixo dramatúrgico propõe um solo, onde um sujeito, a partir de uma experiência de insônia, se problematiza no mundo e vive uma espécie de limbo entre a lucidez e a loucura. Esse sujeito se autorretrata virtualmente e explora os limites da linguagem cênica tradicional, compondo uma teia a partir da imagem física e virtual, atravessando realidade e ficção em uma experimentação onírica.