A desmontagem do cinema e o arquivo visual nas videoinstalações de Harun Farocki
Esta dissertação pretende analisar duas videoinstalações da obra tardia de Harun Farocki, A saída dos operários da fábrica em 11 décadas (2006) e Paralelo I-IV (2012-2014). Nesse período, que vai da década de 1990 até meados de 2010, Farocki inicia um afastamento do espaço tradicional do cinema como...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFJF |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:hermes.cpd.ufjf.br:ufjf/17198 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/17198 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::ARTES Videoinstalação Cinema Montagem Arquivo Video games Video installation Montage Archive |
| Sumario: | Esta dissertação pretende analisar duas videoinstalações da obra tardia de Harun Farocki, A saída dos operários da fábrica em 11 décadas (2006) e Paralelo I-IV (2012-2014). Nesse período, que vai da década de 1990 até meados de 2010, Farocki inicia um afastamento do espaço tradicional do cinema como único meio de exibição e migra para o circuito de arte contemporânea. A partir dessa virada, que ocorre com a estreia da videoinstalação Interface (1995), a produção de Farocki se volta para as obras videoinstalativas que se inserem nos debates sobre as transformações do cinema no campo da arte contemporânea. Nesse sentido, a análise de A saída dos operários da fábrica em 11 décadas propõe uma visão constelar do cinema ao comparar diferentes representações dos trabalhadores em seus locais de trabalho durante onze décadas a partir de uma montagem aberta em várias telas no espaço expositivo. A série Paralelo I-IV (2012-2014) faz um estudo sobre os arquivos de video games e analisa a construção visual dos elementos do jogo. Ademais, faz relações entre os diferentes paradigmas de produção de imagens que envolvem as pinturas, as imagens cinematográficas produzidas pelo aparelho de registro fotográfico e as imagens programadas pelo computador. A proposta é que, através da análise de cada videoinstalação, seja possível compreender a forma como Harun Farocki produz uma crítica das imagens através da ressignificação do cinema, da montagem e dos arquivos visuais. |
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