Liberdade, justiça, concorrência e mercado : as tensões no pensamento liberal contemporâneo

Resumo: Este texto para discussão foi escrito para subsidiar o curso HO-350 – Tensões no pensamento liberal: do liberalismo "reformista" ao neoliberalismo. O artigo tem como objetivo destacar algumas das grandes tensões do liberalismo contemporâneo, levando em consideração a trajetória e o...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Mariutti, Eduardo Barros, 1974-
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
Repositorio:Repositório da Produção Científica e Intelectual da Unicamp
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:https://www.repositorio.unicamp.br/:1350876
Acceso en línea:https://hdl.handle.net/20.500.12733/15967
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Liberalism
Neoliberalism
Artigo original
Liberalismo
Neoliberalismo
Novo liberalismo
Descripción
Sumario:Resumo: Este texto para discussão foi escrito para subsidiar o curso HO-350 – Tensões no pensamento liberal: do liberalismo "reformista" ao neoliberalismo. O artigo tem como objetivo destacar algumas das grandes tensões do liberalismo contemporâneo, levando em consideração a trajetória e o confronto entre as suas duas grandes vertentes, o "novo liberalismo" (ênfase na justiça social amparada em mecanismos redistributivos) e o que se convencionou chamar de "neoliberalismo". No entanto, o foco incide principalmente nesta segunda corrente, que é pensada não como uma mera ideologia ou um tipo peculiar de política econômica, mas como uma nova cosmovisão, em vias de consolidação: por congregar um conjunto original de aparatos discursivos, princípios normativos, dispositivos de poder, orientações epistemológicas e práticas de conduta social, o neoliberalismo representa um complexo e multifacetado quadro de forças que que tem como função prioritária difundir a lógica da concorrência para todas as dimensões da vida social. Uma tarefa desta envergadura só é exequível mediante a transformação e reforço do poder do Estado, que deve ser capaz de alicerçar um quadro institucional capaz de transformar e disciplinar o homem, adaptando-o tornando-o a uma dinâmica social centrada na competição mediada por mercados autorreguláveis