Viabilidade do cultivo de cana-de-açúcar e sistemas agroflorestais

O Brasil é o principal produtor mundial de cana-de-açúcar e seu sistema de produção tem sofrido mudanças devido a aspectos legais e técnicos. Na região de Piracicaba, grande parte dos pequenos produtores cultiva cana-de-açúcar em áreas de grande declividade, mas a mecanização da colheita tem inviabi...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Pinto, Luís Fernando Guedes, Bernardes, Marcos Silveira, Sparovek, Gerd
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2003
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Scientia Agrícola (Online)
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/21817
Acceso en línea:https://revistas.usp.br/sa/article/view/21817
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:aléias
árvores nativas
árvores exóticas
erosão
contourhedgerows
erosion
exotic trees
native trees
Descripción
Sumario:O Brasil é o principal produtor mundial de cana-de-açúcar e seu sistema de produção tem sofrido mudanças devido a aspectos legais e técnicos. Na região de Piracicaba, grande parte dos pequenos produtores cultiva cana-de-açúcar em áreas de grande declividade, mas a mecanização da colheita tem inviabilizado seu cultivo nesta condição. Assim, foram identificados e selecionados terras e árvores visando compatibilizar a produção da cultura e a conservação de recursos naturais em sistemas agroflorestais. Os solos presentes no intervalo de 12-20% de declividade foram identificados, selecionamos árvores com potencial para serem cultivadas com cana-de-açúcar foram selecionados e os desenhos dos sistemas a serem adotados foram avaliados. A classe de declive identificada ocupa área de 11.556 ha e Argissolo Vermelho-Amarelo e Neossolo Litólico são os solos mais representativos. As espécies arbóreas exóticas coco-anão-verde, eucalipto, pupunheira, seringueira e outras oito espécies nativas têm potencial para serem cultivadas com cana-de-açúcar em sistemas agroflorestais de aléias em contorno. Sugere-se o plantio inicial de árvores exóticas domesticadas e a introdução gradual de espécies nativas não domesticadas, de acordo com suas exigências ecológicas.