A Bahia de Agnaldo "Siri" Azevedo entre sujeitos, linguagens e temporalidades : representações da cidade do Salvador no documentário O Capeta Carybé (1950-1997)
Este trabalho estuda as representações da cidade de Salvador e de seus habitantes presentes no documentário O Capeta Carybé. Produzido entre 1995 e 1996, e lançado no mercado exibidor no ano de 1997, com roteiro adaptado do livro homônimo de Jorge Amado e dirigido pelo cineasta Agnaldo Siri Azevedo,...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNIFESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unifesp.br:11600/49801 |
| Acceso en línea: | http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/49801 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Beyond Standard Model Cosmology of Theories beyond the SM Discrete Symmetries |
| Sumario: | Este trabalho estuda as representações da cidade de Salvador e de seus habitantes presentes no documentário O Capeta Carybé. Produzido entre 1995 e 1996, e lançado no mercado exibidor no ano de 1997, com roteiro adaptado do livro homônimo de Jorge Amado e dirigido pelo cineasta Agnaldo Siri Azevedo, narra a relação entre o artista plástico Hector Júlio Paride Bernabó, mais conhecido como Carybé, com a cidade de Salvador. Tanto o livro de Jorge Amado quanto as obras plásticas de Carybé não podem ser dissociados da análise do documentário, pois devem ser vistos concomitantemente como linguagens que são retraduzidas para a narrativa fílmica, mas principalmente como representações escrita e artística desses sujeitos históricos e suas temporalidades que foram deslocados ou retraduzidos historicamente para constituir uma visão da cidade de Salvador e de seus habitantes manejados pela lente do cineasta a partir do seu tempo presente. Neste sentido, deslocar ou retraduzir significa ao mesmo tempo captar o modo com as imagens em movimento do cinema são construídas em uma narrativa e descobrir as temporalidades que a engendram, isto é, o documentário como uma película do e no tempo. Para chegar na análise do filme, vamos primeiramente apresentar a inserção de Agnaldo Siri Azevedo na trama social e cultural de Salvador entre os anos 1950 a 1970. Posteriormente, vamos mergulhar em sua produção cinematográfica, identificando seus principais temas e procedimento estético-políticos entre os anos 1960 e 1990. Por último, apresentamos a análise do documentário, onde identificamos as representações construídas por “Siri” a partir do referencial construído por Jorge Amado e Carybé. Percebemos que ambos os artistas desejavam registrar uma memória da cidade do Salvador, compatível com suas experiências, tendo consciência de que as coisas sempre se renovam com o tempo. |
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