Redação no vestibular: perspectivas de reorientação da prática escolar

   Para compreender como escrevem os alunos no final da educação básica, analisou-se, na pesquisa, a redação dissertativa do vestibular com base no referencial sócio- histórico, em particular, os postulados de Bakhtin, assim como nos preceitos da linguística textual. O corpus reuniu uma amostra de 3...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Castaldo, Márcia Martins, Colello, Silvia M. Gasparian
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2014
País:Brasil
Recursos:Fundação Carlos Chagas (FCC)
Repositorio:Estudos em Avaliação Educacional
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.publicacoes.fcc.org.br:article/2825
Acesso em linha:https://publicacoes.fcc.org.br/eae/article/view/2825
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:LÍNGUA ESCRITA • VESTIBULAR • PRODUÇÃO TEXTUAL • LINGUÍSTICA TEXTUAL
Descrição
Resumo:   Para compreender como escrevem os alunos no final da educação básica, analisou-se, na pesquisa, a redação dissertativa do vestibular com base no referencial sócio- histórico, em particular, os postulados de Bakhtin, assim como nos preceitos da linguística textual. O corpus reuniu uma amostra de 374 redações produzidas no Vestibular Fuvest-2007, que foi analisada pelos critérios da norma culta, expressividade, configuração organizacional e remissão extratextual. Os resultados revelam dificuldades de interlocução: a língua cindida entre um saber-dizer e um dever-dizer, o que fundamenta iniciativas para a reorientação do ensino da língua escrita e para a formação de professores.