Web3 e esportes: como a tecnologia blockchain pode auxiliar os modelos de negócios nos esportes
A gestão esportiva está se tornando mais desafiadora com os avanços tecnológicos a partir das transformações significativas nos modelos de negócios e na interação entre fãs e clubes. A Web3 oferece uma oportunidade para melhorar essa gestão, trazendo maior eficiência, transparência e envolvimento da...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.bdtd.uerj.br:1/22759 |
| Acceso en línea: | http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/22759 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Gestão esportiva Blockchain Organização autônoma decentralizada Token de fã DAO Esportes – Administração Blockchains (Base de dados) Sport management Decentralized autonomous organizations Fan token CIENCIAS DA SAUDE::EDUCACAO FISICA |
| Sumario: | A gestão esportiva está se tornando mais desafiadora com os avanços tecnológicos a partir das transformações significativas nos modelos de negócios e na interação entre fãs e clubes. A Web3 oferece uma oportunidade para melhorar essa gestão, trazendo maior eficiência, transparência e envolvimento das partes interessadas, podendo revolucionar a interação dos fãs e a monetização de equipes, permitindo uma participação mais ativa de seus torcedores. As Organizações Autônomas Descentralizadas (DAOs) representam uma inovação que pode promover maior transparência, engajamento dos fãs e eficiência na gestão esportiva, introduzindo um novo modelo de governança, possibilitando decisões mais democráticas e colaborativas. No entanto, a adoção dessas tecnologias ainda enfrenta desafios e requer uma mudança cultural no setor esportivo. Objetivo: Verificar, compreender e analisar como a aplicação da Web3 pode auxiliar no potencial dos negócios no setor esportivo com a adoção das tecnologias emergentes. Materiais e métodos: O primeiro estudo consistiu em uma revisão sistemática da literatura utilizando a metodologia PRISMA e EBSE, onde foram analisados 37 estudos primários sobre a aplicação da tecnologia blockchain no esporte. Esse levantamento permitiu um entendimento abrangente das aplicações atuais e do potencial futuro dessa tecnologia no setor esportivo. O segundo estudo, também baseado em uma revisão sistemática, analisou 25 artigos específicos sobre fan tokens, abordando suas características técnicas e seu papel na melhoria da participação dos fãs em decisões menores dos clubes esportivos. No terceiro estudo, foi realizada uma análise correlacional de 20 fan tokens, utilizando dados financeiros e de mercado coletados do site CoinGecko. A análise revelou que a avaliação totalmente diluída (FDV) dos tokens correlaciona-se significativamente com o preço e a capitalização de mercado, indicando que as expectativas futuras estão alinhadas com as avaliações de mercado. Entretanto, a proporção de capitalização do mercado (M/FDV) apresentou correlação negativa, sugerindo que uma menor M/FDV pode indicar uma tendência de aumento nos preços futuros devido à percepção de subvalorização. No quarto estudo, foi proposto um modelo conceitual para a criação e utilização de uma DAO para a gestão de uma entidade esportiva, baseado em princípios de governança e empoderamento da comunidade. Esse modelo destaca a importância de uma abordagem colaborativa entre clubes, fãs, desenvolvedores de tecnologia e reguladores para a concretização do potencial dessas inovações. Conclusão: A partir dos resultados encontrados nos artigos, observou-se que a tecnologia blockchain tem potencial para revolucionar a gestão esportiva, tornando-a mais inclusiva, transparente e eficiente. Os fan tokens destacam-se como uma ferramenta significativa para aumentar o engajamento dos fãs e gerar novas fontes de receita. No entanto, a concretização desse potencial depende de uma abordagem colaborativa entre clubes, fãs, desenvolvedores de tecnologia e reguladores. A dualidade desses ativos, enquanto promovem uma conexão entre os fãs, introduz complexidades técnicas, financeiras e regulatórias que requerem atenção. Pesquisas futuras devem focar na criação de diretrizes regulatórias específicas e na análise do impacto econômico e social dessas inovações para maximizar os benefícios e superar os desafios associados à sua adoção no setor esportivo |
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