As múltiplas vozes narrativas de Jane Eyre: romance e filme
O que acontece com a voz de quem narra quando a narrativa muda de língua, tempo, espaço e/ou meio? Para examinar tal questão, adotamos como exemplo uma tradução para o português e uma adaptação cinematográfica do romance Jane Eyre (1847), de Charlotte Brontë. No plano da tradução interlingual, vária...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | TradTerm (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/203442 |
| Acceso en línea: | https://revistas.usp.br/tradterm/article/view/203442 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Voz narrativa Tradução Adaptação cinematográfica Voice-over Jane Eyre Narrative voice Translation Film Adaptation |
| Sumario: | O que acontece com a voz de quem narra quando a narrativa muda de língua, tempo, espaço e/ou meio? Para examinar tal questão, adotamos como exemplo uma tradução para o português e uma adaptação cinematográfica do romance Jane Eyre (1847), de Charlotte Brontë. No plano da tradução interlingual, várias questões se colocam, como quando a narradora-personagem se dirige ao leitor. Como traduzir esse ‘reader’, que em português necessariamente terá marcação de gênero? A quem Jane se dirige? Já no filme de Robert Stevenson (1943), a narradora desdobra-se: a voz de Joan Fontaine em voice-over divide a tarefa narrativa com a câmera. A partir de conceitos narratológicos de Booth (1980) e Genette (1995) e dos estudos de Kozloff (1988) a respeito do uso de voice-over no cinema, examinamos a hipótese de que tradução e adaptação pressupõem ajustes significativos na voz narrativa. |
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