Haiti: da desigualdade social às desigualdades socioespaciais na metrópole de Porto Príncipe

Este trabalho trata da dinâmica das desigualdades sociais no Haiti, com enfoque nas desigualdades socioespaciais originadas pela urbanização do país evidentes em Porto Príncipe na atualidade. Levando em conta essa realidade, esta pesquisa tem como objetivo analisar essas desigualdades na metrópole d...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Desrosiers, Ismane
Formato: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Recursos:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-08052020-200926
Acesso em linha:https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8136/tde-08052020-200926/
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Desigualdades socioespaciais
Habitação
Haiti
Housing
Metrópole Porto de Príncipe
Port-au-Prince Metropolis
Socio-spatial Inequalities
Urbanização
Urbanization
Descrição
Resumo:Este trabalho trata da dinâmica das desigualdades sociais no Haiti, com enfoque nas desigualdades socioespaciais originadas pela urbanização do país evidentes em Porto Príncipe na atualidade. Levando em conta essa realidade, esta pesquisa tem como objetivo analisar essas desigualdades na metrópole de Porto Príncipe, em que os grupos sociais menos favorecidos na estrutura urbana se revelam por meio das formas de distribuição de renda, das infraestruturas, equipamentos urbanos existentes e em virtude da segregação residencial entre os diferentes bairros da cidade. Nesse sentido, verificamos como as novas espacialidades, associadas ao ritmo de urbanização, engendram as formas e os conteúdos que expressam as desigualdades socioespaciais na cidade marcadas pela disparidade das condições de vida da população urbana. Portanto, a pesquisa busca evidenciar a ampliação dessa situação na metrópole no contexto pós-terremoto de 2010. O procedimento metodológico que contempla a pesquisa articula a teoria da formação socioespacial proposta por Milton Santos (1979), bem como o uso de fontes bibliográficas que abarcam discussões sobre a cidade e sobre o urbano, além do trabalho de campo baseado em entrevistas e em aplicação de questionários.