SOBRE A CARACTERIZAÇÃO DA FORMA DO BEM NO LIVRO VI DA REPÚBLICA E A SUPERIORIDADE MORAL E POLÍTICA DO FILÓSOFO REI
Comentadores contemporâneos da República pretendem ter identificado um problema na argumentação platônica dos livros centrais que institui o filósofo como chefe da cidade e indivíduo justo por excelência. Segundo eles, a descrição platônica da Forma do Bem é excessivamente...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2009 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (UNESP) |
| Repositorio: | Kínesis (Marília) - Revista de Estudos dos Pós-Graduandos em Filosofia |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.www2.marilia.unesp.br:article/4310 |
| Acceso en línea: | https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/kinesis/article/view/4310 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Platão República Forma do Bem Filósofo-Rei |
| Sumario: | Comentadores contemporâneos da República pretendem ter identificado um problema na argumentação platônica dos livros centrais que institui o filósofo como chefe da cidade e indivíduo justo por excelência. Segundo eles, a descrição platônica da Forma do Bem é excessivamente abstrata e geral para que seu conhecimento constitua a sabedoria prática necessária a superioridade moral e política do filósofo. A alegação geral é a de que o conhecimento das Formas e do Bem não fornece ao filósofo nenhuma vantagem com relação aos outros possíveis candidatos à administração dos interesses da cidade. Neste artigo pretendemos fornecer uma interpretação da natureza da Forma do Bem e do significado de seu entendimento que evite a crítica dos comentadores. Nossa análise se limitará somente a alguns trechos selecionados do livro VI que nos falam sobre a Forma do Bem, suficientes para a apresentação geral de nossa visão. |
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