Avaliação da prevalência de células de Haller e sua relação com alterações maxilofaciais

Introdução: As células de Haller são descritas como células etmoidais aeradas, localizadas na margem inferior da órbita, próximas aos óstios dos seios maxilares. A tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC) tem amplo uso na odontologia, permitindo aquisição de imagens da região craniofacial....

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Detalles Bibliográficos
Autores: Albuquerque, Cesar B., Zambrana, Nataly R. M., Zambrana, Jéssica R. M., Ribeiro, Rodrigo A., Salgado, Daniela M. R. A., Costa, Claudio
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Clinical and Laboratorial Research in Dentistry
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/134261
Acceso en línea:https://revistas.usp.br/clrd/article/view/134261
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Tomografia Computadorizada de Feixe Cônico
Radiologia
Seio Etmoidal
Cone-Beam Computed Tomography
Radiology
Ethmoid Sinus
Descripción
Sumario:Introdução: As células de Haller são descritas como células etmoidais aeradas, localizadas na margem inferior da órbita, próximas aos óstios dos seios maxilares. A tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC) tem amplo uso na odontologia, permitindo aquisição de imagens da região craniofacial. Objetivo: Identificar, em exames de TCFC, a relação da célula de Haller com as seguintes condições: sinusopatia, desvio de septo nasal ósseo, tratamento endodôntico e lesões periapicais. Materiais e métodos: Foram utilizados 99 exames de TCFC, sendo 51 incluídos nos critérios da pesquisa. As imagens foram analisadas no software Xelis Dental®, de maneira a identificar a presença ou não da célula de Haller, bem como sua relação com as condições citadas. Resultados: Dentre os 51 exames de TCFC avaliados, 35,3% apresentaram célula de Haller do lado direito e 23,5% no lado esquerdo. Levando-se em conta a relação das células de Haller com uma ou mais alterações aqui citadas, no lado direito a tivemos em 72% dos casos, enquanto no lado esquerdo tal relação se fez presente em 75% dos casos. Conclusão: Exames de TCFC que apresentam a margem infraorbital permitem verificar a presença ou ausência da célula de Haller. Nessa amostra, verificamos maior presença de casos de endodontia, desvio de septo e sinusopatia nos indivíduos que apresentaram células de Haller.