Degradabilidade ruminal da matéria seca, da fração fibrosa e da proteína bruta de forrageiras

O objetivo deste trabalho foi avaliar a degradabilidade ruminal da matéria seca, da fibra em detergente neutro, da fibra em detergente ácido e da proteína bruta da alfafa (Medicago sativa), aveia-preta (Avena strigosa), leucena (Leucaena leucocephala) e guandu (Cajanus cajan). Amostras de 3 g das fo...

Full description

Bibliographic Details
Authors: Pires, Aureliano José Vieira, Reis, Ricardo Andrade [UNESP], Carvalho, Gleidson Giordano Pinto de, Siqueira, Gustavo Rezende [UNESP], Bernardes, Thiago Fernandes [UNESP], Ruggieri, Ana Cláudia [UNESP], Almeida, Eneida de Oliveira [UNESP], Roth, Marcella de Toledo Piza [UNESP]
Format: article
Status:Published version
Publication Date:2006
Country:Brasil
Institution:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repository:Repositório Institucional da UNESP
Language:Portuguese
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/4434
Online Access:http://dx.doi.org/10.1590/S0100-204X2006000400014
http://hdl.handle.net/11449/4434
Access Level:Open access
Keyword:degradation
Forage
roughage
Rumen
degradação
Forragem
Volumoso
Rúmen
Description
Summary:O objetivo deste trabalho foi avaliar a degradabilidade ruminal da matéria seca, da fibra em detergente neutro, da fibra em detergente ácido e da proteína bruta da alfafa (Medicago sativa), aveia-preta (Avena strigosa), leucena (Leucaena leucocephala) e guandu (Cajanus cajan). Amostras de 3 g das forragens foram incubadas no rúmen de três novilhos por períodos de 0, 6, 12, 24, 36, 48 e 72 horas. As degradabilidades efetivas da matéria seca da alfafa e da aveia, para a taxa de passagem de 5% por hora, foram elevadas (acima de 60%). A leucena e o guandu apresentaram valores inferiores, 50,9 e 56,0%, respectivamente. A partir de 24 horas de incubação, a aveia se destacou com maior desaparecimento da fibra em detergente neutro e da fibra em detergente ácido, e ainda apresentou as mais elevadas taxas de degradação efetiva destas frações. A aveia foi a forragem que apresentou maior degradabilidade da matéria seca, da fibra em detergente neutro, da fibra em detergente ácido e da proteína bruta no rúmen. O guandu, entretanto, foi a forragem com as piores taxas de degradação.