Avaliação comparativa da efetividade das placas oclusais confeccionadas em relação central ou máxima intercuspidação em pacientes com DTM
A posição de relação central (RC) para a confecção de placas oclusais é muito discutível. Dessa forma, quando existe estabilidade oclusal, a máxima intercuspidação (MI) poderia ser utilizada como ponto de referência, eliminando a necessidade de registro interoclusal. O presente trabalho tem por obje...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2006 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/97391 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/11449/97391 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Articulação temporomandibular - Doenças Placas oclusais Relação central Transtornos da articulação temporomandibular Occlusal splints Temporomandibular joint disorders Centric relation |
| Sumario: | A posição de relação central (RC) para a confecção de placas oclusais é muito discutível. Dessa forma, quando existe estabilidade oclusal, a máxima intercuspidação (MI) poderia ser utilizada como ponto de referência, eliminando a necessidade de registro interoclusal. O presente trabalho tem por objetivo comparar a efetividade de placas oclusais confeccionadas a partir de modelos articulados nessas duas posições. Para isso, 20 pacientes com desordens temporomandibulares (DTM) e dor de origem muscular foram divididos em dois grupos de 10 e tratados com placas confeccionadas nas posições de MI ou RC. Estes foram avaliados por meio de exame clínico, eletrognatográfico e eletromiográfico, antes e após três meses de terapia. Os resultados permitiram verificar que os dois tipos de placa atuaram de forma semelhante. Entretanto, a confecção de placas oclusais a partir da MI mostrou ser uma técnica mais fácil e menos onerosa do que a de RC. |
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