A prática do uso da anticoncepção de emergência em jovens universitárias de uma instituição privada de Campo Grande-MS

A anticoncepção de emergência (AE), também conhecida por “pílula do dia seguinte”, utiliza compostos hormonais concentrados e por curto período de tempo, nos dias seguintes da relação sexual. Com o objetivo de verificar o uso da anticoncepção de emergência em jovens universitárias e apurar a forma d...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Barbosa Ferreira, Jéssica, Pereira Vera da Costa, Amanda, Fernandes Chagas, Aucely Côrrea
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Instituto Enfservic
Repositorio:Revista Recien (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.recien.com.br:article/148
Acceso en línea:https://www.recien.com.br/index.php/Recien/article/view/148
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Anticoncepção
Anticoncepcionais Pós-Coito
Gravidez
Descripción
Sumario:A anticoncepção de emergência (AE), também conhecida por “pílula do dia seguinte”, utiliza compostos hormonais concentrados e por curto período de tempo, nos dias seguintes da relação sexual. Com o objetivo de verificar o uso da anticoncepção de emergência em jovens universitárias e apurar a forma de acesso a pílula foi realizada uma pesquisa exploratória de abordagem quantitativa com jovens de cursos da saúde de 18 a 30 anos durante o período de março a abril de 2017 na Universidade Católica Dom Bosco de Campo Grande, Mato Grosso do Sul. O estudo foi realizado com 270 mulheres, onde 60,37 % das jovens entrevistadas deixaram de usar preservativo masculino em alguma relação, e que grande parte 63,70 % nunca realizou o teste de HIV, apontando a preocupação quanto à descoberta da possibilidade de possuir uma IST mesmo sabendo que se relacionou sem proteção, a anticoncepção de emergência ficou entre os métodos contraceptivos menos utilizados pelas mulheres, sendo o preservativo masculino ainda o mais preferível.