Risk factors associated with readmissions of patients with severe mental disorders under treatment with antipsychotics

Fundamento: O objetivo deste estudo foi avaliar o risco de readmissão em pacientes com transtornos mentais graves, compará-lo entre pacientes em uso de diferentes tipos de antipsicóticos e determinar fatores de risco para readmissão psiquiátrica. Métodos: Prontuários de uma coorte não concomitante d...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Ronaldo Portela, Milton Leonard Wainberg, Saulo Castel, Helian Nunes de Oliveira, Cristina Mariano Ruas
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
Repositorio:Repositório Institucional da UFMG
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:repositorio.ufmg.br:1843/64327
Acceso en línea:https://doi.org/10.1186/s12888-022-03794-6
http://hdl.handle.net/1843/64327
https://orcid.org/0000-0002-6267-1278
https://orcid.org/0000-0002-9390-4652
https://orcid.org/0000-0003-1635-5175
https://orcid.org/0000-0003-0275-8416
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Severe mental disorders
Antipsychotics
Readmission
Psychiatric hospital
Transtornos mentais
Antipsicóticos
Readmissão do paciente
Hospitais psiquiátricos
Descripción
Sumario:Fundamento: O objetivo deste estudo foi avaliar o risco de readmissão em pacientes com transtornos mentais graves, compará-lo entre pacientes em uso de diferentes tipos de antipsicóticos e determinar fatores de risco para readmissão psiquiátrica. Métodos: Prontuários de uma coorte não concomitante de 625 pacientes com transtornos mentais graves (como psicoses e transtornos graves de humor) que receberam alta hospitalar de janeiro a dezembro de 2012 (entrada na coorte), com acompanhamento longitudinal até dezembro de 2017 constituem a amostra. Foi realizada análise estatística descritiva das características da amostra do estudo. Os fatores de risco para readmissão foram avaliados por meio da regressão de Cox. Resultados: O sexo masculino representou 51,5% da coorte e 75,6% dos pacientes não tinham companheiro. A maioria dos pacientes (89,9%) morava com familiares e 64,7% não completaram o ensino fundamental. Apenas 17,1% faziam uso de mais de um antipsicótico, 34,2% não aderiram ao tratamento e 13,9% interromperam o medicamento por indisponibilidade em farmácias públicas. Houve necessidade de troca do antipsicótico devido à falta de resposta terapêutica (11,2% dos pacientes) e reações adversas ao antipsicótico (5,3% dos pacientes). A regressão de Cox mostrou que o risco de readmissão aumentou em 25,0% (RR, 1,25; IC 95%, 1,03–1,52) quando usaram antipsicóticos típicos, em comparação com aqueles que usaram atípicos, e em 92,0% (RR, 1,92; 95% IC, 1,63–2,27) quando os pacientes não aderiram ao tratamento de manutenção em comparação aos que aderiram. Conclusões: O uso de antipsicóticos atípicos e a adesão ao tratamento foram associados a um menor risco de readmissões psiquiátricas.