PEDAGOGIA SOCIAL E JUVENTUDE EM EXCLUSÃO: COMPREENSÕES NECESSÁRIAS À FORMAÇÃO DE PROFESSORES
O texto aborda a problemática da atuação do professor na perspectiva da Pedagogia Social. Busca-se compreender o sentido da Pedagogia Social enquanto campo de reflexões de política de formação docente e de práxis que ampliem as possibilidades da prática educativa social necessária ao protagonismo ju...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) |
| Repositorio: | Holos |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:holos.ifrn.edu.br:article/3220 |
| Acceso en línea: | http://www2.ifrn.edu.br/ojs/index.php/HOLOS/article/view/3220 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Pedagogia Social Educação Social Juventude Práxis Docente Emancipadora |
| Sumario: | O texto aborda a problemática da atuação do professor na perspectiva da Pedagogia Social. Busca-se compreender o sentido da Pedagogia Social enquanto campo de reflexões de política de formação docente e de práxis que ampliem as possibilidades da prática educativa social necessária ao protagonismo juvenil. Dentre os procedimentos metodológicos que conduziram a construção textual destacamos revisão bibliográfica e pesquisa documental, bem como, um estudo de caso desenvolvido na ocasião da construção de nossa tese de Doutorado. O referido estudo de caso investigou sujeitos jovens em situação de vulnerabilidade social residentes em casas de passagens em Natal/RN e que contavam com o acolhimento e acompanhamento de educadores sociais. Como resultado as reflexões do texto revelaram que as políticas destinadas à Educação Social do jovem no Brasil, historicamente, vêm sendo dimensionadas por meio da luta dos Movimentos Sociais que reivindicam os direitos fundamentais dos excluídos; que a política voltada para a Educação Social apresenta como aspecto mais importante a relativa proteção social básica de crianças e jovens excluídos pela ótica do direito; que a política de educação social do excluído se aproxima da lógica da atenção sanitarista; que as fragilidades conceitual, metodológica, democrática e formativa necessárias às práxis dos Professores dificultam a operacionalidade de uma proposta educativa ancorada em um processo intencional possibilitador da educação emancipadora; porém, apesar das tensões, ressaltamos o valor da possibilidade da Pedagogia Social enquanto tentativa de se constituir em espaço legítimo de atuação do professor, que apesar dos obstáculos do cotidiano do trabalho e da formação, têm demonstrado sensibilidade e criatividade na mediação positiva de aprendizagens sobre consciência com a diversidade, consciência das injustiças e a possibilidade da transformação social. |
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