Células natural killer e vigilância imunológica

Objetivos: Analisar a importância das células natural killer, de seus receptores killer immunoglobulin-like receptors e correspondentes genes (KIR) na vigilância imunológica do organismo contra agentes infecciosos, transplantes de células-tronco hematopoiéticas, assim como sua participação na auto-i...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Wilson, Mariana de Sampaio Leite Jobim, Jobim, Luiz Fernando Job
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2008
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/56426
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/56426
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Células matadoras naturais
Vigilância Imunológica
KIR genes
Natural killer cells
KIR genotypes in Brazilian Caucasoids
Descripción
Sumario:Objetivos: Analisar a importância das células natural killer, de seus receptores killer immunoglobulin-like receptors e correspondentes genes (KIR) na vigilância imunológica do organismo contra agentes infecciosos, transplantes de células-tronco hematopoiéticas, assim como sua participação na auto-imunidade. As características e o polimorfismo dos genes e receptores KIR na população brasileira serão descritos. Fontes dos dados: Livros, artigos de revisão e artigos científicos recentes são citados e listados na bibliografia. A experiência pessoal e também apresentada. Síntese dos dados: Identificamos o perfil de genes e haplótipos KIR na população caucasóide brasileira, sendo de importância esse conhecimento para a analise da relação desse sistema com doenças. Examinamos 116 indivíduos doadores voluntários de medula óssea, identificando-se 32 genótipos e a presença de 51 e49%de haplótipos A e B, respectivamente. Foi realizado estudo comparativo entre os nossos genótipos e os de outras populações. Conclusões: A imunidade inata e uma barreira antiinfecciosa de importância em pediatria. Ela atua de maneira independente da imunidade celular e humoral, sendo mais rápida que as demais fontes de proteção do organismo. Ao mesmo tempo, ela estimula os linfócitos T CD8 a agirem e amplificarem a rede de proteção imunológica. Entretanto, como na maioria das vezes em que a imunidade atua, ela também pode ser prejudicial, agredindo o organismo por mecanismos auto-imunes ou mesmo, na sua ausência, oferecer espaco aos agentes infecciosos para agirem de forma impune.