Determinação de rating de crédito de empresas brasileiras com a utilização de índices contábeis

Este trabalho tem dois objetivos diferentes, mas complementares: o primeiro deles é averiguar se as agências de avaliação de crédito vêm sendo mais severas nas análises de empresas brasileiras ao longo do tempo, conforme sugerido em alguns estudos efetuados para o mercado norte-americano. O segundo...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Damasceno, Danilo Luís, RINALDO ARTES, ANDREA MARIA ACCIOLY FONSECA MINARDI
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2008
País:Brasil
Recursos:Instituição de Ensino Superior e de Pesquisa (INSPER)
Repositorio:Repositório Institucional da INSPER
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.insper.edu.br:11224/4048
Acesso em linha:https://repositorio.insper.edu.br/handle/11224/4048
https://doi.org/10.1590/S0080-21072008000400005
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:ratings de crédito
modelo probito ordenado em painel
risco de crédito
agência de rating
Descrição
Resumo:Este trabalho tem dois objetivos diferentes, mas complementares: o primeiro deles é averiguar se as agências de avaliação de crédito vêm sendo mais severas nas análises de empresas brasileiras ao longo do tempo, conforme sugerido em alguns estudos efetuados para o mercado norte-americano. O segundo objetivo está relacionado ao desenvolvimento de uma metodologia de rating, baseada no modelo probito ordenado em painel, que seja capaz de prever, por meio da utilização de variáveis contábeis e indicadoras (dummies), o nível de rating para as companhias que não possuam avaliação alguma de crédito. Os resultados não apontaram evidências de que as agências de ratings vêm sendo mais rigorosas em suas análises das companhias brasileiras ao longo do tempo. Isso permitiu utilizar amostra do período de dezembro de 2000 a dezembro de 2005 para a previsão de ratings. As variáveis Lucro Líquido sobre o Total de Ativos (ROA), Dívida Total sobre o Total de Ativos (DT) e a variável indicadora de presença no Índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa - IBOV) foram as que, conjuntamente, melhor explicaram os ratings no modelo proposto.