Hidrocefalia congênita em felino – Relato de caso

O termo hidrocefalia é comumente utilizado para indicar aumento de volume dos ventrículos cerebrais, particularmente os ventrículos laterais. A doença é caracterizada pelo aumento do acúmulo de líquido cefalorraquidiano (LCR) no crânio, podendo ocorrer em qualquer animal, com maior frequência em fil...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Rodrigues, Pollyana Mendonça Leão Camelo; Médica Veterinária Autônoma., Ribeiro, Rafaela Rodrigues; Pontifícia Universidade Católica de Goiás., Bastos, Newton Rafael; Centro Especializado de Neurologia Veterinária., Rolemberg, Kahena Morais; Centro Especializado de Neurologia Veterinária., Gonzalez, Paula Cristina Sieczkowski; Centro Especializado de Neurologia Veterinária., Goulart, Camila França de Paula Orlando; Pontifícia Universidade Católica de Goiás., Oliveira, Iago Martins; Pontifícia Universidade Católica de Goiás.
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Ceará (UFC)
Repositorio:Revista brasileira de higiene e sanidade animal
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.www.higieneanimal.ufc.br:article/762
Acceso en línea:http://www.higieneanimal.ufc.br/seer/index.php/higieneanimal/article/view/762
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:gato, líquido cefalorraquidiano, neurologia, ventrículos
Descripción
Sumario:O termo hidrocefalia é comumente utilizado para indicar aumento de volume dos ventrículos cerebrais, particularmente os ventrículos laterais. A doença é caracterizada pelo aumento do acúmulo de líquido cefalorraquidiano (LCR) no crânio, podendo ocorrer em qualquer animal, com maior frequência em filhotes, embora considerada uma congenicidade rara em felinos. O diagnóstico é baseado no histórico, exame clínico, exame ultrassonográfico, tomografia ou ressonância magnética do crânio. O tratamento da hidrocefalia é baseado na condição clínica e idade do paciente, podendo ser realizado de forma clínica ou cirúrgica. A forma cirúrgica consiste em promover um desvio do fluxo de LCR do ventrículo lateral para a veia jugular ou cavidade peritoneal, enquanto o tratamento medicamentoso é baseado em medicamentos que reduzam a produção do LCR. O presente estudo teve com objetivo de relatar um caso de clínico de hidrocefalia congênita de diagnóstico em fase adulta em felino. Optou-se pelo tratamento clínico, com terapia medicamentosa sistêmica. A escolha terapêutica alinhou-se às práticas recomendadas na literatura, visando a estabilização do caso e minimização do desconforto do paciente. Apesar do animal apresentar recidivas, a terapêutica farmacológica foi eficaz no manejo da doença.