A IMAGINAÇÃO NO DIÁLOGO ENTRE LEIBNIZ E SOPHIE CHARLOTTE
A imaginação é um sentido interno que reúne as impressões dos sentidos externos, afirma Leibniz em uma carta à rainha Sophie Charlotte. Esta é uma das únicas definições da imaginação formulada explicitamente por Leibniz. Não temos as cartas escritas por SophieCharlotte, o que é uma marca do silencia...
| Autor: | |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Cadernos Espinosanos (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/171656 |
| Acesso em linha: | https://revistas.usp.br/espinosanos/article/view/171656 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Leibniz Sophie Charlotte imagination Memory Senses Imaginação Memória Sentidos |
| Resumo: | A imaginação é um sentido interno que reúne as impressões dos sentidos externos, afirma Leibniz em uma carta à rainha Sophie Charlotte. Esta é uma das únicas definições da imaginação formulada explicitamente por Leibniz. Não temos as cartas escritas por SophieCharlotte, o que é uma marca do silenciamento imposto às mulheres ao longo de séculos, por isso propomos um exercício de imaginação para reconstituir a importância desse diálogo. Outras raras ocorrências do termo “imaginação” em textos de Leibniz mostram a importância que o filósofo atribui ao poder de criação da imaginação. Seria possível sugerir a partir de uma relação entre memória e imaginação um sentido político para a criação imaginativa? |
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