Características de flexão de materiais compósitos de matriz cimentícia reforçada com fibras naturais de piaçava (Attalea funifera) / Bending characteristics of cementitious matrix composite reinforced with natural fibers of piaçava (Attalea funifera)

Este trabalho objetivou desenvolver compósito cimentício reforçado com a proporção em peso de 1, 3 e 5 % de fibras de piaçava, de modo a analisar como variam as propriedades mecânicas de flexão como tensão máxima, força máxima e módulo de elasticidade, bem como avaliar estas propriedades com os aspe...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Carvalho, Michel José Caldas, Gomes, Igor dos Santos, Rocha, Thomaz Osmane dos Santos, Silva, Douglas Santos, Vilhena, Edil Silva de, Nascimento, Ailton da Silva, Fujiyama, Roberto Tetsuo
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Brazilian Journals Publicações de Periódicos e Editora Ltda
Repositorio:Brazilian Applied Science Review
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/882
Acceso en línea:https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BASR/article/view/882
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Compósitos Cimentícios
Fibras Naturais
Piaçava.
Descripción
Sumario:Este trabalho objetivou desenvolver compósito cimentício reforçado com a proporção em peso de 1, 3 e 5 % de fibras de piaçava, de modo a analisar como variam as propriedades mecânicas de flexão como tensão máxima, força máxima e módulo de elasticidade, bem como avaliar estas propriedades com os aspectos da fratura do material. Para tanto, foi realizado ensaio de flexão usando a norma RILEM 49. A média de força máxima suportada pela matriz foi 1353 N, enquanto os compósitos de piaçava com 1, 3 e 5% suportaram 794, 902,3 e 825,1 N, respectivamente. Por consequência, houve também uma queda, de maneira geral, na tensão máxima e módulo de elasticidade, apresentando o valor de 8,12 MPa e 1,17 GPa respectivamente para matriz, contra 4,76 MPa e 0,79 GPa para o compósito com 1% de piaçava; 5,41 MPa e 0,74 GPa para o compósito de 3% de piaçava e 4,95 MPa e 0,86 GPa para o compósito com 5% de piaçava. As superfícies de fratura dos compósitos com fibras de piaçava, de forma geral, evidenciaram fibras no mesmo plano da propagação da trinca, ou seja, fibras paralelas à superfície de fratura, o que pode ter facilitado o aparecimento de trincas nos materiais.