As ruínas de Laranjeiras (SE): arqueologia histórica e educação patrimonial em foco

As ruínas enquanto alegorias do fragmento, do incompleto, do edifício que não existe mais, contém a beleza da durabilidade e da efemeridade do vestigío, com uma fala e um saber incrustrado em suas pedras. São espaços de rem...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Mello, Janaina Cardoso, Barroso, Cristina Valença
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2012
País:Brasil
Institución:Universidade Nove de Julho (UNINOVE)
Repositorio:Revista Dialogia (São Paulo. Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.periodicos.uninove.br:article/2716
Acceso en línea:https://periodicos.uninove.br/dialogia/article/view/2716
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:ruínas
consolidação
educação patrimonial
Descripción
Sumario:As ruínas enquanto alegorias do fragmento, do incompleto, do edifício que não existe mais, contém a beleza da durabilidade e da efemeridade do vestigío, com uma fala e um saber incrustrado em suas pedras. São espaços de rememoração, implicando em sua conservação e consolidação. Frente aos esquecimentos das transformações contemporâneas as ruínas sofrem depredações pela ação do tempo ou de banalizações humanas individuais ou institucionais (demolição ou restauração). Ao estudar a cultura material a arqueologia histórica pretende reconstituir e compreender a relação das pessoas com o ambiente social de Laranjeiras (SE). A educação patrimonial com pesquisas e trabalhos de campo nas ruínas pauta-se na noção de que para a preservação desse corpus material é necessária a conscientização da população. Esse artigo busca discutir os princípios da arqueologia histórica, a intervenção humano/temporal nas ruínas e as ações para a preservação, conservação, manutenção e concientização dos bens patrimoniais urbanos.