Tecnologias de cuidado em saúde mental para o atendimento ao usuário de crack

Objetivou-se identifi car tecnologias de cuidado em saúde mental para o atendimento ao usuário de crack em um Centro de Atenção Psicossocial para Álcool e outras Drogas (CAPSad). Estudo qualitativo, avaliativo, do tipo estudo de caso, desenvolvido em um CAPSad, utilizando-se a Avaliação de Quarta Ge...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Nasi, Cíntia, Oliveira, Gustavo Costa de, Lacchini, Annie Jeanninne Bisso, Schneider, Jacó Fernando, Pinho, Leandro Barbosa de
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2015
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/129919
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/129919
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Saúde mental
Serviços de saúde
Transtornos relacionados ao uso de substâncias
Enfermagem em saúde mental
Salud mental
Servicios de salud
Trastornos relacionados con sustancias
Enfermería
Mental health
Health services
Substance-related disorders
Nursing
Descripción
Sumario:Objetivou-se identifi car tecnologias de cuidado em saúde mental para o atendimento ao usuário de crack em um Centro de Atenção Psicossocial para Álcool e outras Drogas (CAPSad). Estudo qualitativo, avaliativo, do tipo estudo de caso, desenvolvido em um CAPSad, utilizando-se a Avaliação de Quarta Geração. A coleta de dados ocorreu de janeiro a março de 2013, por meio de entrevistas semiestruturadas, gravadas, aplicadas a 36 sujeitos, sendo eles: profi ssionais de saúde, usuários, familiares e gestores. A análise identifi cou a categoria estratégias no trabalho em saúde mental. Os resultados evidenciaram que se devem propiciar espaços de valorização do diálogo, com intuito de elucidar o processo de internação psiquiátrica ao usuário e à família, bem como envolvê-la na terapêutica, implementando práticas educativas e refl exão permanente das ações em saúde mental. Conclui-se que é importante problematizar as tecnologias de cuidado no cotidiano dos serviços, face à complexidade do fenômeno do uso de crack.