Sinterização e caracterização de segunda fase em sistemas SnO2-ZnO

A adição de ZnO em sistemas de SnO2 faz com que estas cerâmicas atinjam elevada densificação quando adicionadas em baixas concentrações. Neste trabalho estudou-se o comportamento da adição do óxido de zinco desde 0,5 até 2,0 mol%. Desta forma, podese verificar que na sinterização em dilatômetro até...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Sequinel, T., Tebcherani, S. M., Andrade, A. V. C., Silva, J. C. Z., Spagnol, P. D. [UNESP], Cava, S., Pianaro, S. A.
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2005
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/30013
Acceso en línea:http://dx.doi.org/10.1590/S0366-69132005000300015
http://hdl.handle.net/11449/30013
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:sinterização
SnO2
difração de raios X
sintering
X-ray diffraction
Descripción
Sumario:A adição de ZnO em sistemas de SnO2 faz com que estas cerâmicas atinjam elevada densificação quando adicionadas em baixas concentrações. Neste trabalho estudou-se o comportamento da adição do óxido de zinco desde 0,5 até 2,0 mol%. Desta forma, podese verificar que na sinterização em dilatômetro até 1365 ºC a adição de até 1,5 mol% favorece a densificação da cerâmica e, quando a adição do ZnO é superior a essa concentração o efeito densificante passa a ter um caráter reduzido em 14% da retração linear. Tal comportamento justificou-se pela formação de uma segunda fase de estanato de zinco em quantidade próxima a 2 mol% de ZnO quando analisado por difração de raios X.