Comparando a fala cantada e falada de crianças gêmeas: um diálogo entre os estudos psicolinguísticos e musicais
Neste artigo, estabelecemos um diálogo entre os estudos de desenvolvimento prosódico e musical de crianças, destacando a falta de diálogo entre as áreas de Psicolinguística, Música e áreas afins. Além de apresentarmos um debate entre as áreas, investigamos, por meio da comparação do tom médio (TM) n...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) |
| Repositorio: | Revista (Con)Textos Linguísticos (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:periodicos.ufes.br:article/35409 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.ufes.br/contextoslinguisticos/article/view/35409 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Prosody Language acquisition Singing Prosódia Aquisição de linguagem Canto |
| Sumario: | Neste artigo, estabelecemos um diálogo entre os estudos de desenvolvimento prosódico e musical de crianças, destacando a falta de diálogo entre as áreas de Psicolinguística, Música e áreas afins. Além de apresentarmos um debate entre as áreas, investigamos, por meio da comparação do tom médio (TM) na voz cantada e falada, se há diferenças na comparação das duas modalidades na voz em desenvolvimento de duas crianças gêmeas no intervalo de 1 a 2 anos. Para isso, analisamos dados naturalísticos das duas crianças, comparando o TM, i.e a média dos valores de F0 obtidos em uma determinada elocução, após a normalização da curva entoacional realizada pelo aplicativo ExProsodia®, com parâmetros de 150-700 Hz, com duração de 20 ms para cada momento, com variação máxima de 3 semitons acima e abaixo da média acumulada no tempo. Na análise dos dados, obtivemos uma média aproximada do tom médio das crianças em situação de fala e de canto, embora os valores do desvio padrão mostrem uma espécie de “afinação/delimitação total” na voz cantada das crianças. A estatística χ2 de contingência apontou para uma diferença significativa somente quanto à dispersão entre os sujeitos (P<0,01); os demais valores comparados, apesar de resultado relativamente baixo (P=0,06), não nos permitem, ainda, conclusões mais seguras. |
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