Feminismos no Instagram: uma etnografia dos usos da mídia digital
Nesta pesquisa propus analisar perfis autointitulados ou descritos como feministas na plataforma Instagram. Minha questão central é analisar como se deu os usos feministas desta mídia social para o compartilhamento de teoria e de conhecimento feminista, a partir de uma amostra de cinco páginas. Ente...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-18062025-142217 |
| Acceso en línea: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8134/tde-18062025-142217/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Instagram Antropologia digital Digital Anthropology Feminismos Feminisms Internet Mídias sociais Social media |
| Sumario: | Nesta pesquisa propus analisar perfis autointitulados ou descritos como feministas na plataforma Instagram. Minha questão central é analisar como se deu os usos feministas desta mídia social para o compartilhamento de teoria e de conhecimento feminista, a partir de uma amostra de cinco páginas. Entendo que a melhor forma de etnografar essas páginas foi realizar uma análise sistemática de suas publicações, em conjunto a diálogos e entrevistas com as mulheres responsáveis pelos perfis, buscando pontos de convergência e discrepância entre seus discursos e usos do Instagram, ou seja, buscando depreender o que as mediadoras almejam com suas publicações, como utilizaram a plataforma e como esses diferentes usos influenciaram na circulação de suas ideias. Para isso foi necessário também uma etnografia sobre o Instagram, depreendendo a visão da empresa Meta para a plataforma, o seu modelo operacional e sua governança sobre os fluxos internos, delimitando usos esperados e promovidos por esta mídia social, entendida aqui como um meio-agente. Assim, esta pesquisa buscou demonstrar que há um embate entre os \"usos ideais\" da plataforma por usuários e os \"usos feministas\" de minhas interlocutoras, sendo tal embate marcado por constrangimentos e respostas de ambos os polos de agência – entendendo que todos os agentes nessa disputa têm níveis distintos de poder. Este trabalho pretendeu contribuir para o avanço na compreensão das dinâmicas de ativismo na Internet, enquanto produtor de conhecimento e agente na disputa de discursos e de representações |
|---|