As formas de ser kpopper e a influência do fã para a onda coreana (Hallyu)

O sucesso dos produtos midiáticos sul-coreanos, em especial o kpop (música pop coreana), chama a atenção do mundo todo. Com isso, cresce também o interesse em compreender o Hallyu (Onda Coreana) e seus fãs. Entender esse fenômeno transnacional sociologicamente é olhar para as atividades dos kpoppers...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Santos, Agatha Elias Andrade dos
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRRJ
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:rima.ufrrj.br:20.500.14407/18195
Acceso en línea:https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/18195
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Sociologia
hallyu
kpop
fandom
indústria midiática
media industry
Descripción
Sumario:O sucesso dos produtos midiáticos sul-coreanos, em especial o kpop (música pop coreana), chama a atenção do mundo todo. Com isso, cresce também o interesse em compreender o Hallyu (Onda Coreana) e seus fãs. Entender esse fenômeno transnacional sociologicamente é olhar para as atividades dos kpoppers que contribuem diretamente para a expansão global desse sucesso e mesmo transformações no cenário urbano sul-coreano. O objetivo deste trabalho é analisar os fãs desse fenômeno transnacional, seguindo-os por meio de uma etnografia multissituada que procura seguir conexões e objetos em movimento compreendendo o que é ser kpopper, e sua atuação para a expansão do fenômeno. Em 2019, fiquei por três meses na Coreia do Sul, momento em que vivi com fãs de várias partes do mundo. Foi após retornar de Seul e me deparar com tantas formas diferentes de vivenciar o fenômeno, que concluí que não havia uma única forma de ser fã, mas diversas maneiras de ser kpopper. O país atrai fãs de diversas partes do mundo, movidos por diferentes razões, em sua maioria envoltas no entretenimento. Nos anos seguintes, mapeei muitas das conexões que fiz na Coreia, porém no Brasil, durante e pós-pandemia. Seguindo, assim, conexões a longo prazo, permitindo-me, desta forma, melhor compreender o fenômeno.