Entre política e estética: ocupações urbanas e arte contemporânea

As inquietações causadas por trabalhos de arte contemporâneos são o ponto de partida desta tese, principalmente quando tangenciam campo da arquitetura e urbanismo. Gestados em um momento recente, onde ocorrem diversas aproximações entre arte, cultura e o atual sistema de troca de valores, estes trab...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Marchetti, Marcos Paulo
Formato: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Recursos:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-23112020-203812
Acesso em linha:https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/102/102132/tde-23112020-203812/
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:aesthetics
Arquitetura contemporânea
Arte contemporânea
Cidade contemporânea
contemporary architecture
contemporary art
contemporary city
Estética
Política
politics
Descrição
Resumo:As inquietações causadas por trabalhos de arte contemporâneos são o ponto de partida desta tese, principalmente quando tangenciam campo da arquitetura e urbanismo. Gestados em um momento recente, onde ocorrem diversas aproximações entre arte, cultura e o atual sistema de troca de valores, estes trabalhos, em sua ambiguidade interna ou em relação a estes sistemas, proporcionam uma visão mais ampla sobre o contexto em que vivemos hoje. O entendimento destes trabalhos passa por etapas de leituras das principais vertentes da arte contemporânea, como sua crítica ao design, a discussão sobre a Crítica Institucional e as ocupações urbanas que também se originam dela, assim como os desdobramentos mais recentes das artes participativas. Somando estas observações a um debate pontual sobre o contexto atual dos espaços públicos urbanos, especificamente na cidade de São Paulo, analisamos quatro propostas artísticas dos artistas/coletivo Vito Acconci, Didier Fiuza Faustino, Santiago Cirugeda e BijaRi. Nestas análises, buscamos verificar a abrangência, ou eventuais limitações, da potencialidade destas táticas de ações artísticas na constituição destes espaços públicos, entendidos como território em disputa por forças de diversos interesses, sejam eles políticos, identitários ou críticos.