The brazilian wine industry : a case study on geographical proximity and innovation dynamics
Esse trabalho visou analisar os processos de cooperação e aprendizagem no sistema local de produção vitivinícola da Serra Gaúcha (Rio Grande do Sul, Brasil), de modo a caracterizar a dinâmica inovativa das empresas ali localizadas. Em termos metodológicos, foi feito um estudo exploratório não probab...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2014 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Idioma: | inglés |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/171078 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/171078 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Sistemas de produção Vinicultura Viticultura Inovação Vinho Estudo de caso Rio Grande do Sul Learning Innovation Cooperation Local production systems Clusters Vitiviniculture |
| Sumario: | Esse trabalho visou analisar os processos de cooperação e aprendizagem no sistema local de produção vitivinícola da Serra Gaúcha (Rio Grande do Sul, Brasil), de modo a caracterizar a dinâmica inovativa das empresas ali localizadas. Em termos metodológicos, foi feito um estudo exploratório não probabilístico. Foram realizadas pesquisa de campo com 20 vinícolas e entrevistas com organizações afins, visando entender que mecanismos de aprendizado dão suporte às estratégias inovadoras adotadas. Uma vez que tais processos ocorrem sob a forma de relacionamentos intrínsecos à localidade, pretendeu-se compreender se tal interação possibilitava o estabelecimento de vínculos cooperativos. Dentre os resultados, verificou-se que as empresas inovam basicamente de forma incremental. Para tanto, se valem especialmente dos processos de aprendizado intrínsecos, mas também da interação com agentes externos. Esses agentes podem estar localizados na região ou fora dela. A proximidade geográfica torna-se mais relevante para as firmas de menor porte. Foi ainda possível perceber a existência de cooperação tanto em nível vertical quanto horizontal. As ações de cooperação vertical mais frequentes ocorrem especialmente entre empresas e seus fornecedores. Quando ocorre a cooperação horizontal entre as empresas, se dá particularmente na esfera da comercialização de produtos no exterior. |
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