Antropologia no entre guerras: notas para uma história intelectual
Este texto versa sobre as experiências etnográficas de Ruth Benedict (1887-1948) e Margaret Mead (1901-1978), no contexto da Antropologia Cultural norte-americana dos anos de 1920-40. O objetivo é analisar a maneira como elas construíram suas identidades (persona) antropológicas, pensaram o campo et...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2005 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) |
| Repositorio: | Cadernos de História (Belo Horizonte. Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.periodicos.pucminas.br:article/1727 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.pucminas.br/cadernoshistoria/article/view/1727 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Experiências etnográficas Modelagem da persona do antropólogo Campo etnográfico Representação da escrita etnográfica Autoridade etnográfica |
| Sumario: | Este texto versa sobre as experiências etnográficas de Ruth Benedict (1887-1948) e Margaret Mead (1901-1978), no contexto da Antropologia Cultural norte-americana dos anos de 1920-40. O objetivo é analisar a maneira como elas construíram suas identidades (persona) antropológicas, pensaram o campo etnográfico e desenvolveram um certo estilo de escrita, persuasivamente estratégica, o que lhes permitiu estabelecer suas autoridades etnográficas. Essas três instâncias vão juntas no modo de representação dos textos etnográficos elaborado por elas mas, visando obter uma melhor exposição do assunto, tais instâncias serão analisadas em separado, sem perder de vista a comparação entre suas antropologias e o contexto cultural da antropologia norte-americana no período entre guerras. |
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